Y
Faz dois anos (2 anos!), estivemos no tal Forum de Midia Livre, e já estávamos empenhados na "formação" que o Amarelo sugere:
http://www.ciranda.net/porto-alegre-2012/article/por-um-radio-digital-brasileiro-e?lang=pt_br
Na mesma época, publicaram o "exploração 2.0", http://uninomade.net/tenda/o-comum-e-a-exploracao-2-0/ uma crítica contundente, mas que na época confundia o Fórum com o FdE em um nível que não era real. Então publiquei um texto sobre A Mídia Livre e o Comum, que circulou por aqui. https://groups.google.com/forum/#!topic/gtculturadigital/uCmC9tpPyrw
Ou seja, acusar de não estarmos "construindo alternativas" é, no mínimo, falta de leitura...
Nesses dois últimos anos, um pequeno grupo auto-intitulado de Mídia Livre vem mantendo essa pauta tão importante, mas definitivamente não incorporou as tantas contribuições que vêm sendo trazidas dos coletivos que, a despeito do esquecimento e esvaziamento das políticas públicas, continuam pesquisando,criando soluções e formando pessoas. O que estamos bradando é contra o oportunismo, contra o discurso vazio e eleitoreiro, contra a apropriação inconsequente de conceitos que nos são muito caros.
Insisto: falar em mídia livre hoje é voltar a falar em Software Livre, e FAZER em software livre. E é estudar sobre RÁDIO e TV DIGITAL, duas plataformas de democratização EFETIVA da comunicação. Nunca quisemos ser os únicos a tratar deste assunto, e estamos sempre disponíveis para subsidiar debates e esclarecer questões... mas, em dois anos, o avanço sobre estes temas em nosso país foi NENHUM, o interesse da "mídia livre" menor ainda, mas a "revolução" no Oriente Médio é incrível...
Formação contínua pra mim é política pública. Em cultura digital ela é de baixo pra cima, ou seja, há que se abrir os canais para que o Estado se deixe contaminar coletivamente de todo o conhecimento de que dispomos para ampliá-lo como direitos, como ganhos reais das pessoas, de todas as pessoas, e não de representantes com passaportes, ou de empreendedores despolitizados do trabalho escravo...
Em sexta-feira, 24 de janeiro de 2014 16h51min43s UTC-3, fabianne balvedi escreveu:
salve amarelo!
cara, sou fã dos trampos do Soylocoporti e sei que vocês são da turma que FAZ mesmo. Taí o delibera como exemplo. Mas na galera do fora do eixo eu não confio. Já tinha falado pro João Paulo que se fosse o caso de estar rolando uma guerra (o que não acho ser o caso pq não seria guerra, seria massacre), não quero ter do meu lado, na mesma trincheira, alguém que não confio. Soluções livres decentes para streaming existem faz tempo. Quando o Stallman veio lá na UFPR usamos o, mas a postv deu migué nele, uma vergonha, ele ficou super decepcionado.
me perdoe então, camarada, mas a realidade é que a aproximação de vcs com o fde nos afasta. Uma pena. Abraços e mais sorte da próxima vez com as parcerias.
.f4bs
.
.Em 24/01/2014 14:44, "Marco Antônio Konopacki" <marcoa...@soylocoporti.org.br > escreveu:Gente, acho que uma mudança nas formas de uso dessas ferramentas passa pelo avanço nas formas de se difundir e apropriar a tecnologia.
Quem aqui da lista esta envolvido em formações continuas pra apoiar o uso de ferramentas contra hegemônicas?
Eu mesmo faço mea culpa, pois gostaria de estar mais próximo do fórum para construir alternativas ao uso dessas ferramentas de comunicação. Ajudar quem não teve contato com esse tipo de tecnologia a ter. Formar massa critica pra que essas ferramentas se tornem efetivas e alcance mais e mais pessoas. Minha mae, apesar de eu mobilizar, não esta no identi.ca ou no disapora, mas está no facebook. Como vou convence-la de não usar o facebook se o debate não chegar ate ela? Mesmo que isso seja via o próprio facebook?
Atacar dessa forma um movimento que tem idéias irmãs, é sectarizar o debate e afastar essas pessoas da possibilidade de abandonar o uso dessas ferramentas.
Compartilho das mesmas criticas de vocês meus amigos, mas a forma que ela se dá aqui acho que não ajuda a construir alternativa alguma.
Abraços.
Marco Amarelo.
Em 24/01/2014 14:31, "Marcelo Soares Souza" <mar...@juntadados.org> escreveu:----
Além de ser um Blogspot, além de que lá no Rodapé tem
"Compartilhar no Twitter, Compartilhar no Facebook e Compartilhar no Orkut..."
Cadê o identi.ca (pump.io), Diaspora* e Friendica? Mídia Livre? Só se a NSA estiver garantindo essa "liberdade!"... Garanto que as "Fotenhas" estão lá no Instagram diretamente de alguns iPhones ou Mac Books!
January 24 2014 1:20 PM, "fabianne balvedi" <fa...@estudiolivre.org> wrote:melhor parágrafo com certeza, mas infelizmente não houve progresso algum na sua aplicação:
http://canalpostv.blogspot.
com.br/2014/01/forum-mundial- de-midia-livre-porto.html sim, link ao vivo do FML é hangout do google. Como se não houvesse uma solução livre decente pra streaming. Percebe-se que são empreendedores socias, que só falam. Quem também faz, e conseqüentemente, tem a capacidade de criar a mudança sistêmica, são os hackers sociais:
;-)
mas lembremos que a primeira regra do clube da luta é não falar sobre o clube da luta... :o)
.
Em 22/01/2014 18:10, "Thiago Novaes" <tno...@gmail.com> escreveu:----Parabéns pela iniciativa, a programação ficou interessante.O melhor paragrafo eh sem duvida este:
"O uso das mídias sociais durante as Jornadas de Junho foi fundamental para a organização e a difusão das manifestações em todo o Brasil. Só que muitas das mídias sociais mais usadas são desenvolvidas com tecnologia proprietária e controladas por grandes corporações, sujeitas a todo o tipo de interferência e até censura".A roda "por um novo marco regulatório das comunicações no Brasil" também me parece relevante, especialmente porque a chamada Lei de Iniciativa Popular não contempla a digitalização dos meios de comunicação, estando defasada em relação aa realidade brasuca.
Não achei na programação a expressão SOFTWARE LIVRE, nem RADIO DIGITAL nem TV DIGITAL. Bora estudar pessoal, que o digital jah eh, e o monopólio adora vossa ignorância.bom seminario pra vcs,
Thiago Novaes2014/1/22 Bia Barbosa - Intervozes <b...@intervozes.org.br>[Debate-FML]Pessoal,
Segue em anexo o flyer virtual do seminário. Por favor, ajudem a divulgar em suas listas, junto com a programação (abaixo).
Beijo e obrigada!
Bia
Seminário Internacional do Fórum Mundial de Mídia Livre
Acontece, nos dias 24 e 25 de janeiro, como parte da programação do Fórum Social Temático em Porto Alegre, mais uma etapa do processo internacional do Fórum Mundial de Mídia Livre. Desta vez, ativistas brasileiros e vindos de diversos países se reunirão para discutir a elaboração da Carta Mundial da Mídia Livre, além de debater temas como mídia pública, marcos regulatórios para uma mídia democrática e a importância da comunicação nas mobilizações de junho de 2013 no Brasil.
O evento em Porto Alegre também levantará propostas para o IV Fórum Mundial de Mídia Livre, que deve acontecer na Tunísia, em 2015. Confira abaixo a programação completa do seminário e participe !
Participantes :
Brasil : Alquimidia, Ciranda, Imersão Latina, Intervozes, FNDC, Mocambos, Midia Ninja, Fora do Eixo, Rede Mulher e Mídia, Soylocoporti, Pontao Eco/UFRJ e vários coletivos, pontos de cultura, mídias alternativas e compartilhadas, pesquisadores/as e ativistas da comunicação.
Internacionais : Magali Yakin e Norma Fernandes, Argentina ; Cheima Ben Hmida, Tunísia ; Viriato Tamele, Moçambique ; Diana Senghor, Senegal ; Mohamed Leghtas, Marrocos ; Erika Campelo, França ; Antonio Pacor, Itália ; Chistian Shroeder, Alemanha e outros participantes internacionais do Forum Social Tematico, do Forum Mundial de Educaçao e do Conexões Globais, comprometidos com a defesa da mídia livre.
23 a 26 de janeiro de 2014
Exposição Memorial da Mídia Livre
Local – Térreo da Usina do Gasômetro24 de janeiro – sexta-feira (Rodas de conversa)
PROCERGS - Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul
Endereço : Praça dos Açorianos S/Nº - Centro Historico
Porto Alegre9h - Roda de conversa : Mulheres livre e mídias livres
Queremos avançar nas perspectivas de apropriação tecnológica pelas mulheres e coletivos de mulheres que furam o cerco da grande mídia, assim como pelos trabalhos de autoria comunitários. A apropriação das mídias livres, a apropriação da autoria pelas mulheres, como se dá ? Convidamos as mulheres ligadas à mídia livre para construírem conosco uma rede articulada para dar visibilidade a nossas práticas e a construir uma pauta de debates voltada para o protagonismo das mulheres no fórum.11h – Roda de conversa : Mídia livre e apropriação tecnológica
O uso das mídias sociais durante as Jornadas de Junho foi fundamental para a organização e a difusão das manifestações em todo o Brasil. Só que muitas das mídias sociais mais usadas são desenvolvidas com tecnologia proprietária e controladas por grandes corporações, sujeitas a todo o tipo de interferência e até censura. Quais alternativas livres e seguras os movimentos sociais dispõem atualmente e qual a visão dos movimentos que se apropriaram da comunicação a serviço das ruas em 2013 e perspectivas para 2014.14h – Roda de conversa : Movimentos Sociais e Mídia livre
A roda vai discutir a criminalização e a representação dos movimentos sociais na mídia ; a importância da garantia de uma mídia livre e plural para o exercício da liberdade de expressão e do direito à comunicação do conjunto dos setores sociais ; a luta pelo fortalecimento das rádios comunitárias, pela aprovação de um marco civil da internet, por um novo marco regulatório das comunicações no Brasil.16h - Roda de conversa : Mídia pública como território para a mídia livre
A mídia pública participa de um novo território de luta por democracia na América Latina e está em busca de novos modelos e dinâmicas que consolidem seu papel na promoção do direito à comunicação e da liberdade de expressão. A mídia pública pertence à sociedade e para cumprir sua missão requer canais de aproximação com os temas de interesse da população e seus movimentos e também de participação social na gestão de suas diretrizes, temas caros ao movimento social por uma mídia livre. A roda de conversa tratará do atual esforço de integração entre mídias públicas e estatais da da América Latina, com a presença da jornalista e pesquisadora argentina, Magali Yakin, que acompanha o processo da União Latinoamericana de Agências, e também do atual momento de renovação do Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação EBC, que está com edital aberto para o preenchimento de cinco vagas da sociedade civil, com a presença de integrantes atuais do colegiado.Dia 25 de Janeiro - sábado (painéis e plenária)
Local : Auditório Dante Barone
Assembleia Legislativa do RS9h30 – Abertura
10h – Painel
Redes, ruas, mobilizações e mobilidade
Palestrantes apresentam sua visão geral do que foi 2013 e qual foi a grande contribuição da comunicação para isso, abrindo a palavra. Em pauta, a crise de protagonismo, corrida digital, novos parâmetros para debate - como a comunicação atuou em 2013 e porque nada será como antes. O painel e procurará dimensionar, em várias óticas, perspectivas e experiências diferenciadas, o que aconteceu no Brasil nos últimos 7 meses para os participantes internacionais do Fórum, além de iniciar leituras do que pode ser 2014.14h – Painel
A Carta Mundial da Mídia Livre : instrumento de luta global por outra comunicação
Decidida no III FMML, na Tunísia, em 2013, a construção de uma Carta Mundial das Mídias Livres começa em Porto Alegre, e seguirá por etapas regionais até sua aprovação novamente na Tunísia, em 2015. O documento de produção compartilhada apontará os princípios e lutas comuns da comunicação que ajudem a aproximar lutas locais do movimento internacional das mídias livres, e vice-versa, fortalecendo processos em diferentes dimensões, e que sirva de referência para os movimentos sociais que vão se integrando à luta mundial pelo acesso à comunicação como um direito. Participarão ativistas do FMML de diferentes países, trazendo contribuições para o início da jornada internacional de escritura da Carta. O processo visa contribuir também como referência para o Fórum Social Mundial, na relação entre as lutas globais e os temas da comunicação.17h – Plenária
Encaminhamentos e propostas para o IV FMML
Propostas resultantes de atividades e debates do Seminário serão submetidas à aprovação da plenária, para encaminhamento das próximas jornadas. Participará desta seção uma representante tunisiana da luta pela mídia livre. A Tunísia sediará o próximo seminário de elaboração da Carta Mundial, assim como acolherá a IV edição do Fórum Mundial de Mídia Livre, no contexto do Fórum Social Mundial 2015.
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