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[gtCD] Re: Rádio Digital no Brasil

Olás,

segue a gravação do programa "painel da manhã" sobre
o Rádio Digital no Brasil, realizado no dia 20 de fev. de 2017.

http://www.telemidia.puc-rio.br/~rafaeldiniz/public_files/radio_digital_audio/94.1_Programa_Radio_Digital_20_02_2017.ogg

Em 20 de fevereiro de 2017 01:58, Thiago Novaes <tnovaes@gmail.com> escreveu:
Prezadxs,

(desculpem pelo broadcasting)

Escrevo para compartilhar que nesta segunda-feira, dia 20/02/2017, das 9h às 10h da manhã, realizaremos um debate ao vivo na Rádio Roquete Pinto, em 94,1 MHz no Rio de Janeiro, com áudio disponível em:

http://www.fm94.rj.gov.br/

Os convidados são o Prof. Fernando Salis, da UFRJ (responsável pela implantação da Rádio UFRJ FM), Alan Lívio, do Lab. TeleMídia da PUC-Rio (pesquisador do GINGA, middleware que permite a interatividade tanto na TV quanto no Rádio) e Thiago Novaes, da ABRADIG (Associação Brasileira do Rádio Digital).

Abaixo um texto de referência sobre o tema.

Vamos debater publicamente o Rádio Digital!

abraços,

Thiago Novaes


Rádio Digital no Brasil

Assim como a televisão digital vem avançando, o rádio também será digital no Brasil.

A digitalização do rádio traz muitas novidades. Primeiro, representa a oportunidade de melhor aproveitamento do uso do espectro de radiofrequências, pois o sinal digital é comprimido, podendo ampliar a cobertura com menor gasto de energia. Com isso, a interferência deixa de ser um obstáculo para ocupação de canais vizinhos, ampliando enormemente a possibilidade de haverem mais emissoras no espectro.

Com o digital, cada emissora pode se valer da multiprogramação, onde um mesmo transmissor pode enviar mais de um programa, o que pode ser especialmente útil para emissoras públicas e comunitárias. Novos serviços, uma qualidade de áudio superior e a possibilidade de transmissão de dados adicionais configuram finalmente esse novo ambiente digital como uma nova oportunidade de negócio para as emissoras, revitalizando o rádio enquanto uma plataforma de mídia convergente ainda a ser descoberta.

No caso brasileiro, uma outra característica chama a atenção: a interatividade. Assim como na TV Digital, que conta com a presença do middleware GINGA que permite a interatividade na TV - e foi desenvolvido no Brasil pelo Laboratório TeleMidia da PUC RJ sob a liderança do prof. Luis Fernando Soares (in memorian) -, o rádio também pode ser interativo e utilizar o GINGA. Uma das utilidades do GINGA é permitir que os dados, incluindo a transmissão de vídeos, cheguem aos recepetores por diferentes meios, tornando o rádio uma plataforma convergente com a internet, por exemplo. Mas, diferentemente da Internet, a circulação do conteúdo digital do rádio continuaria aberta e gratuita, valendo-se do espectro público para se propagar.

Os estudos para um sistema de rádio digital brasileiro já se prolongam há mais de dez anos. Em março de 2007, foi criado o Conselho Consultivo do Rádio Digital com o objetivo de auxiliar na avaliação e planejamento da implantação do Rádio Digital no país sendo intergrado por 19 conselheiros, 7 representantes de órgãos/entidades públicos, 2 parlamentares, 7 entidades representativas do setor de radiodifusão; e 3 do setor industrial. A sociedade civil e a academia ficaram de fora da representação junto ao Conselho.

Em 2010, foi instituído o Sistema Brasileiro de Rádio Digital (SBRD), por meio da Portaria nº 290 e em 13 de junho de 2011 foi aberta uma chamada para sistemas de rádio digital se candidatarem a testes no Brasil, quando dois sistemas se apresentaram: o DRM e o HD Radio. Em parceria com emissoras executantes dos diferentes serviços de radiodifusão, o MCTIC tem realizado testes técnicos para verificar o desempenho dos diferentes modelos existentes. Esses testes são fundamentais para garantir o caráter e alcance universal do rádio tal como existe hoje e também a segurança para as emissoras.

Testes

Atualmente, dois padrões de rádio digital estão sendo considerados para servir como base técnica para o SBRD: O DRM e o HD Radio.

Características dos padrões DRM e HDRadio

O DRM (Digital Radio Mondiale), em português, Rádio Digital Mundial, é um padrão de rádio digital desenvolvido por um consórcio global de nome DRM, com sede na Suíça e representações em vários países.

É um padrão aberto, sendo o único padrão de rádio digital reconhecido pela UIT (União Internacional de Telecomunicações) que pode funcionar em todas as bandas de radiodifusão sonora terrestre: Ondas Médias, Ondas Tropicais, Ondas Curtas e o VHF (faixa das rádios FM).

Apresenta-se como um padrão de última geração, que começou a ser pensado em 1999 e, hoje em dia, está sendo testado em várias partes do mundo, inclusive no Brasil e já em fase de implementação na Rússia e Índia. O DRM foi criado com o objetivo de ser um padrão mundial e aberto, não de um país ou continente específico.

O HD Radio é o padrão utilizado nos Estados Unidos e desenvolvido por uma empresa chamada Ibiquity. Esse padrão não tem modo de operação para transmitir na faixa de Ondas Curtas e possui segredos industriais em sua norma. Além dos Estados Unidos, apenas o México adotou este padrão.

Economia

A indústria nacional já incorporou todos os aspectos tecnológicos da TV Digital. Hoje em dia, empresas brasileiras (como a Linear) vendem mais transmissores do que a japonesa NEC em território brasileiro. Não há razão para que a implantação do SBDR com DRM, por exemplo, não siga o mesmo caminho da TV Digital. Por ser um padrão aberto, o DRM permite que possamos desenvolvê-lo totalmente em território nacional. Além disso, existem implementações da demodulação, decodificação e codificação do sinal DRM em software livre.

Possibilidades que a indústria nacional pode incorporar:

  • Fabricação de chipset para recepção DRM (inclusos AM e FM);
  • Fabricação de receptores móveis, portáteis e automotivos;
  • Integração do receptor em aparelhos celular, tablet e GPS;
  • Fabricação de moduladores, Content Servers e transmissores;
  • Fabricação de equipamentos de análises e medições.

Já na área de serviços, as possibilidades são infinitas, semelhantes às possibilidades apresentadas pela TV Digital. Dentre elas, podemos citar o desenvolvimento de aplicativos e tecnologias em educação, cultura, serviços de interesse público, publicidade e produção de conteúdo em geral, podendo ser desenvolvidos tanto pelo poder público quanto pela iniciativa privada, centros de pesquisa, universidades, e organizações da sociedade civil.

O Ginga, conforme já dissemos, poderia ser também adotado como o padrão de interatividade para o Rádio Digital necessitando apenas de pequenas adaptações.

Com a adoção do DRM e a participação da indústria nacional neste processo, abrem-se as portas para mercados internacionais, notadamente na América do Sul e demais países que adotarem o padrão DRM, como África e Ásia. Apenas o Brasil já contribuirá com mais de 10 mil emissoras de rádio para digitalização global. Sem dúvida alguma o rádio é o meio de comunicação mais presente no cotidiano da população.

Tecnologia

O DRM usa o estado da arte em transmissão digital, sendo reconhecido pela UIT, fazendo o uso de tecnologias estabelecidas como o codec de áudio AAC - o mesmo já utilizado no padrão de TV digital brasileira. Esse fato permite a interoperabilidade entre os sistemas de tv e rádio digitais.

Proposto como padrão mundial, o DRM é o único padrão de rádio digital que transmite em Ondas Curtas e Ondas Tropicais, característica que possibilita o fornecimento de serviços com boa qualidade para áreas vastas, como faz a Rádio Nacional da Amazônia, com cobertura em todo o norte do país, por exemplo.

O DRM possibilita a otimização do espectro de forma a permitir que mais emissoras possam transmitir simultaneamente. O DRM, assim como o HDRadio, permite a multiprogramação e a transmissão de dados digitais de qualquer natureza.

Para a faixa de Ondas Médias (AM), o DRM permite sua revitalização através da melhoria da qualidade do áudio e da agregação de serviços. Para faixa do VHF (FM), permite todas as qualidades de um amplo sistema de rádio digital como áudio estéreo, surround 5.1, multiprogramação, já citados anteriormente. Somente o DRM tem incluso em seu sistema a possibilidade de se fazer transmissão de vídeo em baixa resolução.

A faixa dos canais de TV VHF (após o apagão da TV analógica em 2016) também poderá ser utilizada para o rádio digital de forma que novos tipos de radiodifusão possam ter espaço para emergir.

O DRM está homologado pela UIT para ser utilizado como um sistema mundial de rádio digital terrestre para qualquer frequência entre 0 e 174 Mhz. Portanto, o DRM já está pronto e é o único sistema digital permitido para ser utilizado nas possíveis novas faixas de rádio, como a já sugerida faixa estendida do VHF, o "eFM" (76 a 88 Mhz).

No Brasil, uma empresa de nome TellHD S/A seria a detentora dos direitos do HD Radio no Brasil. Atualmente, essa empresa aparentemente desapareceu (Vide http://tellhd.com.br/), e seu antigo diretor executivo, Alexandre Romano, foi preso pela Operação Lava Jato.


Resumo
http://www.drm-brasil.org/pt-br/content/argumentos-pela-ado%C3%A7%C3%A3o-do-padr%C3%A3o-drm-para-o-r%C3%A1dio-digital-no-brasil

1. O Rádio Digital Mundial (Digital Radio Mondiale) opera com qualidade tanto nas bandas do AM (Ondas Médias e Ondas Curtas) quanto na faixa do FM, satisfazendo a exigência do MiniCom (Portaria 290).

2. O Rádio Digital Mundial é extremamente flexível, possibilitando às emissoras adaptarem a robustez do sinal de acordo com a área de cobertura desejada. Sua capacidade de operar na faixa de Ondas Curtas permite um alcance continental potencializando a integração regional (América Latina e Caribe) e intercontinental (Sul Global).

3. O Rádio Digital Mundial não representa apenas a atualização tecnológica do rádio, mas se configura como uma nova plataforma multimídia que pode ser incluída em diversos dispositivos eletrônicos como telefones celulares, tablets e GPS, permitindo novos serviços comerciais a já conhecida radiodifusão.

4. Com o Rádio Digital Mundial, o Estado brasileiro potencializa sua comunicação e serviços, ampliando o alcance das emissoras públicas, comunitárias e educativas, algo que nenhum dos outros padrões permite.

5. O Rádio Digital Mundial é um padrão global reconhecido pela ITU (agência da ONU para tecnologias de informação e comunicação), desenvolvido e gerido por um consórcio internacional aberto. Já o outro padrão considerado para adoção pelo Brasil, o HD Rádio, é propriedade de uma empresa estadunidense, a Ibiquity. Este sistema, além dos royalties envolvidos, contém segredos industriais como o codec de áudio, que é uma "caixa preta".

6. O padrão técnico Digital Radio Mondiale é aberto. Considerando que já existe desenvolvimento em software livre para sua implementação, permite que universidades, centros de pesquisa e empresas possam facilmente inserir novas funcionalidades ao sistema.

Acreditamos, portanto, que o DRM é a melhor opção para o desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Rádio de Digital - SBRD.

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Esse grupo está ligado ao Movimento Cultura Digital:
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[gtCD] Divaldo Pereira Franco - Áudio Livro - 080 - Terapêutica de Emergência

Divaldo Pereira Franco - Áudio Livro - 080 - Terapêutica de Emergência

(Copiar o link e colar em outra aba do seu navegador)

https://mega.nz/#!yFMHkITa!sW0ZNj2TG1C0MtU-wnAIQb5WqJI7EZh_ultdOC4rtfw

 

 

Home Page:

http://breado.comunidades.net/

 

 

 

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Prezadxs,

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Escrevo para compartilhar que nesta segunda-feira, dia 20/02/2017, das 9h às 10h da manhã, realizaremos um debate ao vivo na Rádio Roquete Pinto, em 94,1 MHz no Rio de Janeiro, com áudio disponível em:

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Abaixo um texto de referência sobre o tema.

Vamos debater publicamente o Rádio Digital!

abraços,

Thiago Novaes


Rádio Digital no Brasil

Assim como a televisão digital vem avançando, o rádio também será digital no Brasil.

A digitalização do rádio traz muitas novidades. Primeiro, representa a oportunidade de melhor aproveitamento do uso do espectro de radiofrequências, pois o sinal digital é comprimido, podendo ampliar a cobertura com menor gasto de energia. Com isso, a interferência deixa de ser um obstáculo para ocupação de canais vizinhos, ampliando enormemente a possibilidade de haverem mais emissoras no espectro.

Com o digital, cada emissora pode se valer da multiprogramação, onde um mesmo transmissor pode enviar mais de um programa, o que pode ser especialmente útil para emissoras públicas e comunitárias. Novos serviços, uma qualidade de áudio superior e a possibilidade de transmissão de dados adicionais configuram finalmente esse novo ambiente digital como uma nova oportunidade de negócio para as emissoras, revitalizando o rádio enquanto uma plataforma de mídia convergente ainda a ser descoberta.

No caso brasileiro, uma outra característica chama a atenção: a interatividade. Assim como na TV Digital, que conta com a presença do middleware GINGA que permite a interatividade na TV - e foi desenvolvido no Brasil pelo Laboratório TeleMidia da PUC RJ sob a liderança do prof. Luis Fernando Soares (in memorian) -, o rádio também pode ser interativo e utilizar o GINGA. Uma das utilidades do GINGA é permitir que os dados, incluindo a transmissão de vídeos, cheguem aos recepetores por diferentes meios, tornando o rádio uma plataforma convergente com a internet, por exemplo. Mas, diferentemente da Internet, a circulação do conteúdo digital do rádio continuaria aberta e gratuita, valendo-se do espectro público para se propagar.

Os estudos para um sistema de rádio digital brasileiro já se prolongam há mais de dez anos. Em março de 2007, foi criado o Conselho Consultivo do Rádio Digital com o objetivo de auxiliar na avaliação e planejamento da implantação do Rádio Digital no país sendo intergrado por 19 conselheiros, 7 representantes de órgãos/entidades públicos, 2 parlamentares, 7 entidades representativas do setor de radiodifusão; e 3 do setor industrial. A sociedade civil e a academia ficaram de fora da representação junto ao Conselho.

Em 2010, foi instituído o Sistema Brasileiro de Rádio Digital (SBRD), por meio da Portaria nº 290 e em 13 de junho de 2011 foi aberta uma chamada para sistemas de rádio digital se candidatarem a testes no Brasil, quando dois sistemas se apresentaram: o DRM e o HD Radio. Em parceria com emissoras executantes dos diferentes serviços de radiodifusão, o MCTIC tem realizado testes técnicos para verificar o desempenho dos diferentes modelos existentes. Esses testes são fundamentais para garantir o caráter e alcance universal do rádio tal como existe hoje e também a segurança para as emissoras.

Testes

Atualmente, dois padrões de rádio digital estão sendo considerados para servir como base técnica para o SBRD: O DRM e o HD Radio.

Características dos padrões DRM e HDRadio

O DRM (Digital Radio Mondiale), em português, Rádio Digital Mundial, é um padrão de rádio digital desenvolvido por um consórcio global de nome DRM, com sede na Suíça e representações em vários países.

É um padrão aberto, sendo o único padrão de rádio digital reconhecido pela UIT (União Internacional de Telecomunicações) que pode funcionar em todas as bandas de radiodifusão sonora terrestre: Ondas Médias, Ondas Tropicais, Ondas Curtas e o VHF (faixa das rádios FM).

Apresenta-se como um padrão de última geração, que começou a ser pensado em 1999 e, hoje em dia, está sendo testado em várias partes do mundo, inclusive no Brasil e já em fase de implementação na Rússia e Índia. O DRM foi criado com o objetivo de ser um padrão mundial e aberto, não de um país ou continente específico.

O HD Radio é o padrão utilizado nos Estados Unidos e desenvolvido por uma empresa chamada Ibiquity. Esse padrão não tem modo de operação para transmitir na faixa de Ondas Curtas e possui segredos industriais em sua norma. Além dos Estados Unidos, apenas o México adotou este padrão.

Economia

A indústria nacional já incorporou todos os aspectos tecnológicos da TV Digital. Hoje em dia, empresas brasileiras (como a Linear) vendem mais transmissores do que a japonesa NEC em território brasileiro. Não há razão para que a implantação do SBDR com DRM, por exemplo, não siga o mesmo caminho da TV Digital. Por ser um padrão aberto, o DRM permite que possamos desenvolvê-lo totalmente em território nacional. Além disso, existem implementações da demodulação, decodificação e codificação do sinal DRM em software livre.

Possibilidades que a indústria nacional pode incorporar:

  • Fabricação de chipset para recepção DRM (inclusos AM e FM);
  • Fabricação de receptores móveis, portáteis e automotivos;
  • Integração do receptor em aparelhos celular, tablet e GPS;
  • Fabricação de moduladores, Content Servers e transmissores;
  • Fabricação de equipamentos de análises e medições.

Já na área de serviços, as possibilidades são infinitas, semelhantes às possibilidades apresentadas pela TV Digital. Dentre elas, podemos citar o desenvolvimento de aplicativos e tecnologias em educação, cultura, serviços de interesse público, publicidade e produção de conteúdo em geral, podendo ser desenvolvidos tanto pelo poder público quanto pela iniciativa privada, centros de pesquisa, universidades, e organizações da sociedade civil.

O Ginga, conforme já dissemos, poderia ser também adotado como o padrão de interatividade para o Rádio Digital necessitando apenas de pequenas adaptações.

Com a adoção do DRM e a participação da indústria nacional neste processo, abrem-se as portas para mercados internacionais, notadamente na América do Sul e demais países que adotarem o padrão DRM, como África e Ásia. Apenas o Brasil já contribuirá com mais de 10 mil emissoras de rádio para digitalização global. Sem dúvida alguma o rádio é o meio de comunicação mais presente no cotidiano da população.

Tecnologia

O DRM usa o estado da arte em transmissão digital, sendo reconhecido pela UIT, fazendo o uso de tecnologias estabelecidas como o codec de áudio AAC - o mesmo já utilizado no padrão de TV digital brasileira. Esse fato permite a interoperabilidade entre os sistemas de tv e rádio digitais.

Proposto como padrão mundial, o DRM é o único padrão de rádio digital que transmite em Ondas Curtas e Ondas Tropicais, característica que possibilita o fornecimento de serviços com boa qualidade para áreas vastas, como faz a Rádio Nacional da Amazônia, com cobertura em todo o norte do país, por exemplo.

O DRM possibilita a otimização do espectro de forma a permitir que mais emissoras possam transmitir simultaneamente. O DRM, assim como o HDRadio, permite a multiprogramação e a transmissão de dados digitais de qualquer natureza.

Para a faixa de Ondas Médias (AM), o DRM permite sua revitalização através da melhoria da qualidade do áudio e da agregação de serviços. Para faixa do VHF (FM), permite todas as qualidades de um amplo sistema de rádio digital como áudio estéreo, surround 5.1, multiprogramação, já citados anteriormente. Somente o DRM tem incluso em seu sistema a possibilidade de se fazer transmissão de vídeo em baixa resolução.

A faixa dos canais de TV VHF (após o apagão da TV analógica em 2016) também poderá ser utilizada para o rádio digital de forma que novos tipos de radiodifusão possam ter espaço para emergir.

O DRM está homologado pela UIT para ser utilizado como um sistema mundial de rádio digital terrestre para qualquer frequência entre 0 e 174 Mhz. Portanto, o DRM já está pronto e é o único sistema digital permitido para ser utilizado nas possíveis novas faixas de rádio, como a já sugerida faixa estendida do VHF, o "eFM" (76 a 88 Mhz).

No Brasil, uma empresa de nome TellHD S/A seria a detentora dos direitos do HD Radio no Brasil. Atualmente, essa empresa aparentemente desapareceu (Vide http://tellhd.com.br/), e seu antigo diretor executivo, Alexandre Romano, foi preso pela Operação Lava Jato.


Resumo
http://www.drm-brasil.org/pt-br/content/argumentos-pela-ado%C3%A7%C3%A3o-do-padr%C3%A3o-drm-para-o-r%C3%A1dio-digital-no-brasil

1. O Rádio Digital Mundial (Digital Radio Mondiale) opera com qualidade tanto nas bandas do AM (Ondas Médias e Ondas Curtas) quanto na faixa do FM, satisfazendo a exigência do MiniCom (Portaria 290).

2. O Rádio Digital Mundial é extremamente flexível, possibilitando às emissoras adaptarem a robustez do sinal de acordo com a área de cobertura desejada. Sua capacidade de operar na faixa de Ondas Curtas permite um alcance continental potencializando a integração regional (América Latina e Caribe) e intercontinental (Sul Global).

3. O Rádio Digital Mundial não representa apenas a atualização tecnológica do rádio, mas se configura como uma nova plataforma multimídia que pode ser incluída em diversos dispositivos eletrônicos como telefones celulares, tablets e GPS, permitindo novos serviços comerciais a já conhecida radiodifusão.

4. Com o Rádio Digital Mundial, o Estado brasileiro potencializa sua comunicação e serviços, ampliando o alcance das emissoras públicas, comunitárias e educativas, algo que nenhum dos outros padrões permite.

5. O Rádio Digital Mundial é um padrão global reconhecido pela ITU (agência da ONU para tecnologias de informação e comunicação), desenvolvido e gerido por um consórcio internacional aberto. Já o outro padrão considerado para adoção pelo Brasil, o HD Rádio, é propriedade de uma empresa estadunidense, a Ibiquity. Este sistema, além dos royalties envolvidos, contém segredos industriais como o codec de áudio, que é uma "caixa preta".

6. O padrão técnico Digital Radio Mondiale é aberto. Considerando que já existe desenvolvimento em software livre para sua implementação, permite que universidades, centros de pesquisa e empresas possam facilmente inserir novas funcionalidades ao sistema.

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Re: [SPED] Re: NF-e - downloadNFe Hambiente Nascional

Boa tarde,
Gostaria de saber se o evento de cancelamento vem em um NSU individual, pois, fazendo a consulta em algumas empresas, notei que NÃO VEM UM NSU EXCLUSIVO PARA CANCELAMENTO.
E, o pior, consultei, por exemplo, uma nota com NSU 9345 e veio com o campo cSitNFE=1 (autorizada), depois de alguns dias consultei o mesmo NSU 9345 e, como a nota foi cancelada depois da primeira consulta, então veio com cSitNFE=3 (cancelada), ou seja, terei que consultar mais de uma vez o mesmo NSU que pode mudar cfe. o status da nota? Já que os NSUs de dias posteriores não vieram com evento do cancelamento desta nota.

Pelo que entendi na NT NT2014.002_v1.02_WsNFeDistribuicaoDFe, deveria ter um NSU exclusivo para o evento de cancelamento. Isso não está acontecendo.

Alguém mais notou isso?

Att

Geovani

Em quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017 19:30:33 UTC-2, Renato escreveu:
Aqui no RS os meus Clientes não reclamaram desta demora. E nem relataram qualquer problema para receber as notas canceladas.

Att,
Renato Carminatti

Renato Carminatti
Analista de Sistemas
Stylosoft Sistemas Personalizados
Fones: (51) 3541-5797 / 99986-1773
Skipe: kadete3606

Em 13 de fevereiro de 2017 09:32, Geovani <geovan...@hotmail.com> escreveu:
Bom dia,
as vezes demora mesmo.
Outro problema que está acontece e gostaria de saber se para vocês acontece tambem.
Consigo receber o resumo das notas emitidas, mas, algumas foram CANCELADAS pelo fornecedor, mas, este cancelamento não está vindo em nenhum NSU após o NSU que consta da emissão da nota.

Isso está causando um grande problema.

Para vocês está funcionando?

Att

Geovani


Em sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017 14:33:50 UTC-2, Rodrigo De Costa escreveu:
Boa Tarde,

Alguém também se deparou com a distribuidor de NF-e, que na seguinte situação:

 ele libera o resumo das notas, o sistema da a Ciencia da Operação, mas a Sefaz não disponibiliza os XML, pois a sefaz não atualiza o NSU pra baixar o XML.



oque fazer neste caso?

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Re: [SPED] Re: NF-e - downloadNFe Hambiente Nascional

Aqui no RS os meus Clientes não reclamaram desta demora. E nem relataram qualquer problema para receber as notas canceladas.

Att,
Renato Carminatti

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Em 13 de fevereiro de 2017 09:32, Geovani <geovaniweber@hotmail.com> escreveu:
Bom dia,
as vezes demora mesmo.
Outro problema que está acontece e gostaria de saber se para vocês acontece tambem.
Consigo receber o resumo das notas emitidas, mas, algumas foram CANCELADAS pelo fornecedor, mas, este cancelamento não está vindo em nenhum NSU após o NSU que consta da emissão da nota.

Isso está causando um grande problema.

Para vocês está funcionando?

Att

Geovani


Em sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017 14:33:50 UTC-2, Rodrigo De Costa escreveu:
Boa Tarde,

Alguém também se deparou com a distribuidor de NF-e, que na seguinte situação:

 ele libera o resumo das notas, o sistema da a Ciencia da Operação, mas a Sefaz não disponibiliza os XML, pois a sefaz não atualiza o NSU pra baixar o XML.



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[gtCD] Re: [CNPdC] audiência com o Ministro da Cultura

Davy querido!

Nao estou conseguindo assistir.
Será que foi censurado???
Esse video esta ou estaria no youtube?? Passe um link!

Gratidão


Em 14 de fevereiro de 2017 19:41, Davy Alexandrisky <davy@campusavancado.org.br> escreveu:

Olá Ponteirada

Segue um vídeo com o resumo da audiência com o Ministro da Cultura, para tratar do Cultura Viva.

Beijos

Davy 

 

 

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[gtCD] Re: [CNPdC] GOLPE A CULTURA VIVA

Acho que sao 23 Premio REDES suspensos

E deve ter muita coisa por ai
Fiz uma demanda ao MinC e estou aguardando informações oficiais,
que logo espero partilhar com todos!
sebas





portaria interministerial nº 424, de 30 de dezembro de 2016 - Siconv

portal.convenios.gov.br/.../portarias/portaria-interministerial-n-424-de-30-de-dezemb...
3 de jan de 2017 - Estabelece normas para execução do estabelecido no Decreto nº 6.170, de 25 de julho de 2007, que dispõe sobre as normas relativas às ...

Decreto nº 8.943 & Portaria Interministerial n° 424 - Siconv

3 de jan de 2017 - Foi publicada, nesta segunda-feira (2), a Portaria Interministerial n° 424, de 30 de dezembro de 2016, que estabelece regras para ...


Em 14 de fevereiro de 2017 18:01, Sobrado Cultural Instituto de Imagem e Cidadania <sobradocultural@gmail.com> escreveu:
Oi Sebastian,

onde está essa portaria!  é golpe atrás de golpe!

Marjorie Botelho

Em 14 de fevereiro de 2017 16:35, Sebastian Gerlic <sebastian@thydewa.org> escreveu:
Mais um GOLPE !

GOLPE NA CULTURA VIVA

O Premio Redes lançado em 2015 não pagou ainda a 87% dos premiados.

Os Premios correm serios riscos de ser pagos nunca!

Nova portaria feita no ultimo dia de 2016 diz que nao poderá em 2017
pagar as pendencias de 2016.

23 iniciativas Premiadas receberão esse GOLPE!!!!

e por REDE; toda a cultura VIVA recebe esse golpe.

Sebastian
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