Saudades de termos mais contato físico pra sentirmos mais o que cada um quer dizer.
Num ponto temos absoluta concordância, conforme citou a goa, os debates sobre radio e TV digital arrefeceram desde que foi estabelecido o padrão da TV digital. E acho que a batalha ainda não acabou, ainda tem muito campo pra disputar.
--Oi Amarelo, Fabs, Novaes e galerasAmarelo, super entendo o que vocẽ quer dizer e acho que seu argumento é o que as pessoas realmente pensam sobre a liberdade da rede. O que me preocupa é a gente achar que é mais fácil caminhar nas políticas de grandes empreendedores do que formular, desenvolver e inovar. Acho muito mais difícil, como a fabs falou fazer custe o que custar e pronto, fazer agora do jeito que dá. Sinceramente? Não acho que a "revolução" vai ser feita por midias ou softwares proprietários. Não acho que o caminho da liberdade e da soberania está nas mídias duras, acho que é uma revisão de postura anticapitalista mesmo.
O resultado mesmo - essa apropriação - só virá quando houver uma boa reflexão sobre o meio. Claro que é uma luta contínua, quando a luta não foi contínua? E eu não tenho treta só com o facebook nem c o postv não. Tenho treta com o rumo do projeto de comunicação que o Brasil resolveu seguir, como bem lembrou o Novaes, as discussões sobre padrões de radio e tv digital estão no limbo!
Qualidade e capilaridade todos aqui temos mais do que condições de propor...:-)goaEm 26 de janeiro de 2014 22:57, fabianne balvedi <fabs@estudiolivre.org> escreveu:É justamente este custe o que custar que me incomoda e que não acho nem um pouco eficaz. Funciona na hora, mas as consequencias de médio e longo prazo são graves. Tenho pra mim uma certeza muito grande de que se no MinC do tempo do Gil não se tivesse feito tantas coisas na base do custe o que custar, talvez não se tivesse atingido tantos pontos de cultura. Mas talvez também a qualidade e força dos atingidos seria bem maior, e não haveria mudança de governo que os prejudicasse.
Também não acredito que você tenha pensado nisso quando escreveu, mas quando se fala em custe o que custar e não se define um limite, dá a impressão que até a ética pode entrar na dança. E isso pra mim é uma coisa muito difícil de aceitar.
Pensa bem, Amarelo. Custe o que custar vale mesmo a pena?
Saludos,
.f4bs
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----Novaes e Fabs,
Vocês sabem que tenho um profundo respeito e admiração pelo trabalho de vocês e, alem disso, considero vocês grandes amigos. Sinto saudades dos tempos que nos encontrávamos mais.
Por isso, peço desculpas se pareceu que eu falei que não estavam militando para construir essas alternativas, não foi o que quis dizer.
O que eu falei é que só essa luta de forma continua é que é capaz de transformar essa realidade. Se pegarmos a fala de cada um e cada uma aqui, saberemos que as alternativas existem e que estão em continua criação e recriação. No entanto, a adoção dessas alternativas não é tão fácil como gostaríamos que fosse. É um processo em disputa, e as grandes corporações muitas vezes tem mais recursos que nós para disputar essa guerra. Temos que bater muito na tecla ate que a ficha caia, e já esta caindo pra muita gente.
Outro aspecto que acho que deve ser levado em consideração é que o movimento da comunicação não pode se isolar de outras disputas que estão sendo feitas na sociedade, ai fica ainda mais complexo travar esse debate, porque outros movimentos vêem com ainda mais resistência a mudança para plataformas livres. Quando fui consultor de cultura digital aqui no rio, vi que quem esta na ponta, muitas vezes não se interessa de como as coisas estão sendo feitas, quer apenas entregar aquilo que esta no seu quadrado. Acho que continuar aceitando esse tipo de meio, mesmo fazendo a crítica, acho que é muito pela necessidade de fazer a informação chegar, custe o que custar.
Pode ser também um subterfúgio para construir um discurso hipócrita? Pode, mas acho que julgar dezenas de coletivos como hipócritas num mesmo balaio seja pouco cuidadoso e não separa o joio do trigo.
Em julho de 2012, acompanhando aquele debate que fizemos no fmml de Poa, o Soyloco construiu um seminário em Curitiba com o intuito de reforçar as ideias que saíram de lá. Eu escrevi um texto em colaboração com Mi Torinelli aqui http://blog.soylocoporti.org.br/2012/07/04/soberania-digital-e-o-debate-dos-ecoprotocolos/
Naqueles debates, surgiram ideias muito interessantes para construção de ferramentas e politicas para que não sectarizemos aqueles que ainda estão reféns de ferramentas proprietárias, mas que consigamos sublimar essa relação para inclusive aproveitar a massa de informações produzidas nesses meios para fortalecer o nosso ecosistema de liberdade. Talvez para que um dia o meio possa ser diverso e, ainda sim, nenhuma informação seja restringida de chegar aos seus destinos por conta da fragmentação dos meios.
Acho que estamos num momento importante para a comunicação no país, principalmente por conta dos nazi eventos que estão rolando.
Vamos continuar conversando. Espero em 2014 estar mais próximo desses espaços.
Abraços.
Marco Amarelo.
Em 25/01/2014 15:23, "fabianne balvedi" <fabs@estudiolivre.org> escreveu:
Em 24/01/2014 15:37, "Marcelo Soares Souza" <marcelo@juntadados.org> escreveu:
>
>
> O pessoal do Ganesha esta transmitido através do Diaspora*. Agora vamos lá, Militantes ajudem compartilhando com seus pares.
>
> https://diaspora.juntadados.org/u/ganeshadigitalentão, eu fui lá e não consegui acessar texto algum. Só vi algumas poucas fotos.
o Isaak acabou de me dar um toque sobre o saravea.net, domínio brazuca da lorea. Dá pra se logar com open ID, galera tá se superando, gostando de ver...
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