Salve ponteiros!
Boas novas para uma pauta histórica do movimento:
Boas novas para uma pauta histórica do movimento:
Amanhã, dia 4 de dezembro, o Instituto Lidas lança publicamente o culturaeduca.cc, uma plataforma de mapeamento colaborativo de territórios educativos e iniciativas culturais brasileiros.
O projeto é fruto de uma parceria com a Diretoria de Educação e Comunicação para a Cultura da SPC/MinC e a Diretoria de Currículos e Educação Básica Integral da SEB/MEC e visa fortalecer a relação entre práticas culturais e processos educativos. Como ponto de partida, o Instituto Lidas já mapeou 34 mil escolas públicas participantes do Programa Mais Educação e mais de 91 mil equipamentos públicos de cultura, saúde e assistência social em todo o Brasil.
Nesta fase da plataforma está sendo disponibilizado para consulta e download um mapa inédito com mais de 10 mil equipamentos de cultura! Museus, bibliotecas, teatros, cinemas e, é claro, Pontos de Cultura.
Esse é o ponto de partida do CulturaEduca. Em breve a plataforma estará aberta para cadastramento de usuários e iniciativas culturais que jamais encontraríamos nas bases de dados oficiais. Todas as tratativas para o Minc "chancelar" as base consolidadas e incorporá-las no SNIIC (Sistema Nacional de Indicadores e Informações Culturais) já estão sendo feitas. O futuro é a comunicação intra-plataformas vias APIs, possibilitando a construção de bases de dados de forma descentralizada e aberta, sem perder o rigor com a informação.
Há quem dirá: mais uma plataforma? Nós diremos: sim, mais uma, MAS uma construida com os princípios do software livre, código aberto e opendata, voltada para apropriação das informações a partir território de vivência do sujeito (áreas pequenas que fazem sentido pra prática cotidiana), adequada aos padrões de interoperabilidade do e-gov, independente dos serviços de mapeamento do google e que nasce livre e aberta para trocar informações com todas as outras.
Há quem dirá: mais uma plataforma? Nós diremos: sim, mais uma, MAS uma construida com os princípios do software livre, código aberto e opendata, voltada para apropriação das informações a partir território de vivência do sujeito (áreas pequenas que fazem sentido pra prática cotidiana), adequada aos padrões de interoperabilidade do e-gov, independente dos serviços de mapeamento do google e que nasce livre e aberta para trocar informações com todas as outras.
Acreditamos no potencial revolucionário da apropriação das informação para a construção de territórios livres, virtual e fisicamente. Queremos que o uso do CulturaEduca caminhe nesse sentido e para isso estamos iniciando uma parceria com 3 importantes coletivos da cultura: Coletivo Digital, Ilú-Oba-di-Min, Nós digitais e também o CEU Uirapuru (equipamento da rede pública de educação de SP).
Todos estão convidados para comemorar conosco esse momento histórico! Segue convite abaixo. Para os que estão fora de SP podem acompanhar o streaming.
Ainda há muito por fazer! Vamos dialogar.
Saudações fraternas,
Inaê Batistoni
(atual presidente do Instituto Lidas)
(atual presidente do Instituto Lidas)
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Adendo para os interessados:
Em 2010 o Instituto Lidas e a Casa dos Meninos, em parceria com a Comissão Nacional do GT de Cultura Digital, levantaram firmemente uma campanha de cadastramento das iniciativas culturais brasileiras que tinha como princípios muito claros:
1) Propriedade coletiva do Movimento; 2) Auto-declaração/auto-gestão; 3) Expansão para além da Rede Cultura Viva; 4) Diálogo com governo / informações gerenciais; 5) Desenvolvimento e Gestão Compartilhada
Por diversos motivos (entre eles a falta de financiamento, os recuos do Programa Cultura Viva, a desarticulação da rede, a divergência de objetivos políticos) no início de 2011 a campanha foi descontinuada (o manifesto da campanha, lançado na 9ª OID em Brasília, pode ser lido aqui). Vale aqui dizer que não é por acaso que o esmorecer da campanha coincide também com morte do Cleodon Silva, o então presidente do Lidas e um dos principais defensores dessa bandeira.
1) Propriedade coletiva do Movimento; 2) Auto-declaração/auto-gestão; 3) Expansão para além da Rede Cultura Viva; 4) Diálogo com governo / informações gerenciais; 5) Desenvolvimento e Gestão Compartilhada
Por diversos motivos (entre eles a falta de financiamento, os recuos do Programa Cultura Viva, a desarticulação da rede, a divergência de objetivos políticos) no início de 2011 a campanha foi descontinuada (o manifesto da campanha, lançado na 9ª OID em Brasília, pode ser lido aqui). Vale aqui dizer que não é por acaso que o esmorecer da campanha coincide também com morte do Cleodon Silva, o então presidente do Lidas e um dos principais defensores dessa bandeira.
Estamos em 2013 e passados mais de 10 anos do Programa Cultura Viva continuamos nos perguntamos: quantos somos? quem somos? onde estamos? o que estamos fazendo? E que bom que perguntamos! O sentido da rede foi e continua sendo resignificado. Para alguns ele não faz mais sentido, para outros nunca fez. Para alguns valem as afinidades encontradas com outros coletivos. Para outros há a busca pelo reencantamento... Inegável é a importância do Cultura Viva para o contexto brasileiro das políticas de cultura e para o fazer cultural de um modo geral.
E por isso todas as perguntas continuam válidas! O panorama do fazer cultural brasileiro passa necessariamente pelos pontos de cultura e é essencial que esse panorama seja vivo, atual, constante, enraizado nas práticas e apropriado pelos diversos agentes culturais brasileiros. O mapa dos pontos de cultura continua se fazendo necessário! E falo aqui em pontos de cultura em seu sentido amplo, sendo conveniado ou não com o poder público.
A plataforma CulturaEduca incorpora os princípios da campanha de 2010 e embora não seja voltada exclusivamente para Pontos de Cultura trás o que consideramos um do mapas mais completos de abrangência nacional já feitos até então.
Em janeiro de 2014, o Instituto Lidas se reunirá com o Minc (Diretoria de Educação e Comunicação/SPC, SNIIC/SPC, Cultura Digital/SPC, Diretoria Cidadania e da Diversidade Cultural/SCDC) e o Laboratório de Cultura Digital para concatenar nossas bases de dados. O resultado com certeza estará bem próximo da totalidade dos Pontos de Cultura já conveniados. Incorporaremos o resultado imediatamente ao CulturaEduca e esperamos caminhar para uma gestão compartilhada dessas informações.
Ainda há muito por fazer! Vamos dialogar.
Ainda há muito por fazer! Vamos dialogar.
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Esse grupo está ligado ao Movimento Cultura Digital:
http://culturadigital.br/movimento
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