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Re: [gtCD] Re: MinC inicia hoje, 28 de agosto, a Conferência Livre Virtual para a Democratização da Comunicação e a Cultura Digital

Oi pessoal!

Estou voltando aqui na thread pelos comentários e contribuições de vocês. 

Acho a questão provocadora: onde e como construir espaços que garantam autonomia, democracia (ainda que não tenhamos aqui um conceito de entendimento comum para a discussão), deliberação a cerca de demandas apresentadas e organização, tudo isso evidentemente considerando o universo digital, com suas agruras (sendo a falta de disponibilidade de acesso uma das mais básicas e graves) e facilidades (como o inúmero conjunto de ferramentas disponíveis hoje e a rapidez com que o processo pode ter, sendo feito através do digital).

Nada está dado, tem um grande trabalho a ser feito, um espaço e um conjunto de valores a ser consolidado (muito antes desejado) enquanto política que mexa nas desproporções e desigualdades (estou aqui por isso, em grande parte), um enorme e crescente número de pessoas que tem de ser convidadas a participar, entre outros detalhes.

Acho que a partir da mensagem inicial esse conversa se enriqueceu. Então uso o espaço também para refletir mais com vocês e com quem mais quiser. Creio que algumas coisas foram pontuadas de modo interessante, agradeço a Alcione pela participação. Quero insistir numa ideia que para mim é fundante no que diz respeito à forma (ou aos meios) e à estética da política.

>>> Não estamos discutindo democracia em si, estamos gerando modos de operar a participação democrática na condução da política pública e, sobretudo, buscando fazê-la valer na implementação dessas políticas. Sugestões são bem-vindas!
<<<

Certo. Entendo. Apesar de achar que discutir a democracia não seria de todo ruim para o processo (pelo contrário, vejo vantagens), sinto-me provocado novamente a insistir: mas não seria válido um conceito daquilo que é a democracia para nós quando empreendemos uma ação? Digo isso sem querer cair numa discussão pela discussão ou num debate teórico sem fim, mas me parece difícil entender a "geração de modos de operar participação democrática" sem acreditar que isso preceda uma ideia, embutida ou não, consciente ou não, de valores democráticos. Daí, antes que o processo seja "assujeitado", não seria lógico estabelecer fundações?

Sobre a necessidade de coalizão entre atores, ou ainda, a soma de esforços para o empreendimento de ações que contam com contra-players "poderosos", bem, essa é uma ideia que naturalmente soa tranquila na ciência política, mas tendo a não aceitá-la porque ela funciona numa lógica onde a crítica é divisão e não soma, além de se realizar na imagem daqueles que costumam "encabeçar" processos, o que de alguma forma hoje em dia se converte fatalmente em capitalização. Não acho que é o caso aqui, mas estou colocando esse ponto de vista. E confesso que ultimamente tenho considerado a necessidade de não ver esses processos como uma disputa, ou que tudo está em disputa, e devemos "tomá-la" a cabo porque essa lógica pode acabar instaurando um clima mais de competição do que de colaboração. E é claro, a crítica deve ser feita. Ela enriquece o prisma individual e a prisma do todo.

Sendo assim e pensando que a proposição também enriquece possibilidades e avança em algum sentido, estava conversando com o Skarnio, Daniel e Leonardo esses dias e retomei uma pouco uma conversa - talvez dos tempos de outras discussões e eventos citados, e do período mais recente de desmobilização/desarticulação do GT Cultura Digital e de outros espaços/lista virtuais (a falência, em certa medida, dessas listas). E volto aqui a dois pontos que tangem sobre a participação/articulação das pessoas que estão por aqui (e que de alguma forma coadunam com valores dessa "rede"):

- Pensar espaços de publicação e registros comuns -> Temos o blog do """"movimento""", mas acho que ele perdeu o sentido de algumas coisas. Então seria bacana retomá-lo enquanto ideia, não perder o histórico, mas montar algo que pudesse representar mais nossos valores em conjunto. O 300 ia muito nesse formato, mas pra mim nunca se afirmou como um espaço de multiplas vozes a medida que só a ideologia "cultura digital" ou "casa da cultura digital" acabava circulando mais por lá. Penso que tá na hora de termos um espaço mais afirmativo e cuidadoso de entendimentos, que experimento maneiras horizontais de publicação de conteúdo, mas ao mesmo tempo que preze pela circulação e crítica do material entre os atores presentes;

- Pensar espaços virtuais de conversa -> Temos a lista do GT-CD, mas ela é muito falha em diversos sentidos. 1 - Usa tecnologia proprietária, 2 - Atende a um ideário de "cultura digital" impreciso em muitos termos e o qual considero que não nos representa totalmente, 3 - Está cheia de pessoas que não tem interesse em contribuir com o tema seja por que motivos for (estão dedicando-se a outros temas, áreas, etc). Então creio que uma reformulação, isto é, uma nova lista, no riseup e uma chamada pública para essa poderia ser uma boa. 

São pontos que estão suspensos há um tempo e não tem, APARENTEMENTE, ligação direta com a discussão da Conferência Livre Virtual, assim como o Estúdio Livre, o CulturaDigital.br, etc, mas vê-lo, digamos, estagnados diz um pouco de nossa própria lição de casa, que diz um pouco, no modo como vejo, dessa angustia/crítica colocada quando vemos outras ações se sobrepondo. A história nos ajuda, mas só quando voltamos a ela e tentando extrair dessas experiências algo que nos permita criar outras potências dos desajustes do passado. Não?

​Enfim. Abraço proceis! valeus. ​



Em 4 de setembro de 2013 18:26, Alcione Carolina <alcica@gmail.com> escreveu:
Caríssimas pessoas,

Desculpem o cross post anterior, já havia visto que o convite apareceu na lista.

Queria colocar uma colher nessa boa conversa e partilhar, talvez, uma outra perspectiva para alimentar o diálogo.

Bem, as pessoas que estão no Minc hoje e cuidam dessa agenda formalmente, a maioria de vocês já conhece: são dois coordenadores gerais, Murilo e eu, respectivamente na coordenação geral de cultura digital e, a outra, coordenação geral de cultura e comunicação. Conosco também nessa tarefa, nossa preciosa equipe, composta de mais uma pessoa a cada coordenação, Isabelle, que era da SCDC com o Murilo e, Karina Gama, que era da SID, comigo.

Permanecemos abertxs ao diálogo ;-)

Abaixo, seguem minhas considerações a partir do que me fizeram pensar:

Democracia participativa e sua perversão
legitimidade mesma do processo está mais projetada do que realizável, invertendo (pervertendo) a democracia representativa, como bem lembrou Felipe: tal como nos foi apresentada, fizeram jogar a Conferência no ar para ver no que poderia dar.
quanto do poder público que fatalmente acaba destinando pouca importância para esses espaços de validação das realidades deliberativas a cerca dos temas aí presentes.
acho engraçado esse jeito de fazer primeiro e tentar discutir o que é democrático ou o que é democracia depois.

Estamos buscando construir e acumular os processos de forma mais variada possível. Tivemos lá atrás, presencialmente, a conferência livre de comunicação para a cultura em Chã Grande (2009), o culturadigital.br 2009 (que gestou a política da coordenação de cultura digital),  tivemos as propostas prioritárias da II Conferência Nacional de Cultura (CNC) (2010), tivemos as ações do plano nacional de cultura (PNC), processo que levou anos, presencialmente e virtualmente, que culminou na aprovação da lei, em 2010, tivemos, presencialmente e virtualmente, as metas do PNC (2011), tivemos o Seminário e Oficina Nacional de Indicação de Políticas Públicas de Cultura e Comunicação (2012), presencialmente.

[Sem falar nos seminários e encontros: Fórum de Cultura digital 2009 e 2010, Festival de Cultura digital 2011, Cartografias Colaborativas, dois grandes eventos para discutir acervos digitais, etc.]

A Oficina tratou de desenhar um plano de ações bem objetivas que operacionalizariam as ações do PNC, as quais, apesar de todo os esforço, possuíam ainda um caráter de diretriz. Essas ações foram desdobradas e resultaram o que chamamos de ações de comunicação para cultura, que serão contabilizadas na meta 45 do PNC.

Temos hoje um conjunto de 189 idéias de como fortalecer a comunicação e a cultura digital, fruto de todos esses processos, portadora de lastro e legitimidade. Isso é uma conquista e tanto.

Nem todo mundo participou de todas as etapas e, possivelmente, muitos não participaram de nenhuma delas. Não vejo porque, sistematicamente, devemos privilegiar sempre as mesmas participações. Isso não é perversão, é abertura às diferentes representações. O modo que todo esse processo foi conduzido - ao longo de anos -  parafraseando, fatalmente destina grande importância para esses espaços de validação das realidades deliberativas acerca dos temas aí presentes.

​​
Não estamos discutindo democracia em si, estamos gerando modos de operar a participação democrática na condução da política pública e, sobretudo, buscando fazê-la valer na implementação dessas políticas. Sugestões são bem-vindas!


Digital | Virtual | Presencial ≠  Total
​> 
excludente para quem não pode estar presente
A diferença básica é que, ao se reunirem no Seminário, os participantes já se preocupavam com a continuidade da abertura e participação efetiva nos processos de construção das políticas, solicitavam que este fosse ampliado. Porém, ao retirar o caráter presencial e substituir por um "virtual", a execução de uma Conferência Nacional deveria pressupor uma conexão viva com os espaços de onde sairão as contribuições

Digital, virtual, presencial: alguém vai ficar de fora.
É excludente para quem não pode estar presente. Dá para estar presente de diversas formas. Ausente também.

A participação só se dá de modo presencial? Só em eventos que o MinC banca a reunião da sociedade civil? Só se dá de modo virtual? Só se dá em plataformas que o MinC disponibiliza?

Será que eleger uma tática é excluir as demais? Nada impede que as pessoas possam fazer encontros presenciais, discutirem e avaliarem as propostas, decidirem o voto unificado após o debate, assumindo uma estratégia e votarem mediante seus logins, individualmente,  no que foi construído coletivamente. Da mesma forma, a reunião pode se dar virtualmente, em algum Delibera, com um grupo com o qual se queira conversar e depois seguir pra plataforma. Webconfs, telefones, cafés, cervejas, encontros que já estão agendados (e um bocado de gente bacana está lá, como o III Fórum da Internet), etc, etc.

Relações orgânicas
> ​
relação mais orgânica mesmo destas políticas públicas com os "fazedores" da cultura e da comunicação, para além de contribuições "pontuais" nestes eventos.


Podem sugerir modos mais permanentes?

Processo
>a própria divulgação poderia ter sido articulada antes com as redes ligadas aos temas

É verdade. Conversamos com antecedência com poucas pessoas, daqui desta lista também. Tivemos que subir as coisas na plataforma, em muito curto prazo, após o convencimento da pauta. As conferências estaduais já começaram, tinha de vir antes.


​Políticas públicas para o digital
 políticas públicas para o digital, porquê não fazê-la na prática? Não sei como está sendo pensado isso (nem acho que esteja, na verdade)
 ainda é (ou deveria ser) política pública, e me pergunto mesmo: onde a gente se encaixa? 

O MinC vem pensando e trabalhando num design de participação desde o culturadigital.br. Há o módulo de consultas públicas, que acolheu o Marco Civil, o PNC e outras consultas. Hoje há também a plataforma de acompanhamento das metas do PNC, o conceito implementado com o sniic e a plataforma de registro unificado de obras: opendata na cultura; também o culturaeduca.cc

Sim, estamos pensando e fazendo. Próxima etapa é o Delibera no culturadigital.br, já em andamento.

Vocês têm sugestões? 

Sintam-se calorosamente convidadxs a dialogar!

Num cenário que temos hoje da macropolítica, sem PNBL, sem Marco Civil, sem sombra da CONFECOM, sem revisão de marcos regulatórios das comunicações, com a NSA e Google ... 
Gente, vamos somar forças :-P

 >uma Conferência Nacional de Cultura será realizada no fim do ano, e mesmo sabendo-se lá que fins terão as propostas aprovadas, se não tiverem as pautas da comunicação e da cultura digital, quem vai defendê-las por lá?

[Atendendo a pedidos, link do evento no facebook :-/ https://www.facebook.com/events/549986415048867/ ]

Abraços,
Alcione

Alcione Carolina

Coordenadora Geral  de Cultura e Comunicação | Diretoria de Educação e Comunicação para a Cultura |Secretaria de Políticas Culturais | Ministério da Cultura | 5561  2024 2276/2219 | 5561 9138 3149 |alcione.silva@cultura.gov.br | jabber: alcica at gmail.com| @alcica | culturadigital.br/comunicadiversidade




Em 3 de setembro de 2013 11:45, Aline Carvalho <alinecarvalho.cultura@gmail.com> escreveu:
Oi rapazes

Pois é, eu também fiquei com a pulga atrás da orelha ao ver o lançamento da plataforma assim, e como não vi nada a respeito aqui na lista quis saber a opinião de vcs.

Eu acompanhei de longe o Seminário pq estava fora do Brasil na época, mas confesso que vi pouca repercurssão a respeito neste meio tempo. Que hajam descontinuidades no processo não me surpreeende, quem já trabalhou no governo sabe como é difícil propor e manter certas coisas, por mais legítimas que sejam, principalmente com mudança de governo no meio. Neste sentido, acho que falta uma
​​
relação mais orgânica mesmo destas políticas públicas com os "fazedores" da cultura e da comunicação, para além de contribuições "pontuais" nestes eventos.

Daí acho que caímos no quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?
Com a falta de priorização da cultura digital na gestão da Ana de Hollanda as cenas foram se reconfigurando, mas tá, ainda é dinheiro público, e ainda é (ou deveria ser) política pública, e me pergunto mesmo: onde a gente se encaixa?

A respeito da conectividade por este Brasil afora, concordo que este ainda é um gargalo grave no país. Mas acho que um afetuoso fim de semana num sítio em Chã Grande (Conferência Livre de Comunicação para a Cultura em 2009) também é
​​
excludente para quem não pode estar presente, e se estamos falando de políticas públicas para o digital, porquê não fazê-la na prática? Não sei como está sendo pensado isso (nem acho que esteja, na verdade), mas a verba para a realização de um evento presencial poderia ser usada para instalação de novos pontos de internet, ou a realização de mini hubs locais para conexão coletiva.

Lembro que rolou aqui na lista esse papo sobre a realização de uma Conferência Livre de Cultura Digital por nós mesmos, que acabou morrendo na praia na dúvida de quem seria esse "nós" rs. E ta aí, o MinC fez.  Enfim, é claro que os gargalos ainda são muitos, mas o fato é que uma Conferência Nacional de Cultura será realizada no fim do ano, e mesmo sabendo-se lá que fins terão as propostas aprovadas, se não tiverem as pautas da comunicação e da cultura digital, quem vai defendê-las por lá?

Ainda na disposição de realizar um processo nosso (tipo um hang out de mini encontros locais) para somar neste e na escuta por aqui,
Beijos,

Aline




Em 31 de agosto de 2013 12:19, novaes <tnovaes@gmail.com> escreveu:

olás,

Recebi também por aqui o convite para a "Conferência Livre Virtual", e como participei do Seminário e Oficina de Indicação de Políticas Públicas para Comunicação e Cultura, que precedeu demais eventos e elaborou bastante detalhadamente os temas que serão votados, gostaria de apontar alguns elementos de DEScontinuidade no trabalho que foi iniciado como intenção de reaproximação do MinC com a Sociedade Civil (era o momento de mudança de ministras: saía ana de hollanda e entrava marta suplicy).

A diferença básica é que, ao se reunirem no Seminário, os participantes já se preocupavam com a continuidade da abertura e participação efetiva nos processos de construção das políticas, solicitavam que este fosse ampliado. Porém, ao retirar o caráter presencial e substituir por um "virtual", a execução de uma Conferência Nacional deveria pressupor uma conexão viva com os espaços de onde sairão as contribuições (ou estamos falando aqui de internet das capitais?) o PNBL existe? Gesac funciona?...). Em suma, parece que a
​​
legitimidade mesma do processo está mais projetada do que realizável, invertendo (pervertendo) a democracia representativa, como bem lembrou Felipe: tal como nos foi apresentada, fizeram jogar a Conferência no ar para ver no que poderia dar.


Em quarta-feira, 28 de agosto de 2013 18h19min53s UTC-3, Aline Carvalho escreveu:
Ois,

Alguém viu / está acompanhando isso?



---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Políticas Culturais <politicas...@cultura.gov.br>

Data: 28 de agosto de 2013 16:51
Assunto: MinC inicia hoje, 28 de agosto, a Conferência Livre Virtual para a Democratização da Comunicação e a Cultura Digital
Para: conflivrecomcult <conflivr...@cultura.gov.br>


 

 

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CONVITE

 

O Ministério da Cultura, por intermédio da Secretaria de Políticas Culturais, convida os atores da sociedade a participar, no espaço virtual, da Conferência Livre para a Democratização da Comunicação e a Cultura Digital a partir desta quarta-feira, dia 28 de agosto.

A Conferência Livre para a Democratização da Comunicação e a Cultura Digital é um momento de diálogo com a sociedade civil com o objetivo de subsidiar as conferências estaduais e territoriais de cultura para a construção de políticas de comunicação e cultura digital alinhadas ao Plano Nacional de Cultura, em especial à meta 45 e ao Programa Comunica Diversidade.

O tema sobre a Democratização da Comunicação e a Cultura Digital está presente no Eixo II - Produção Simbólica e Diversidade da III Conferência Nacional de Cultura (CNC) "Uma Política de Estado Para a Cultura: Desafios do Sistema Nacional de Cultura", que será realizada, em Brasília, no mês de novembro. O Eixo II tem como foco o fortalecimento da produção artística e de bens simbólicos e da proteção e promoção da diversidade das expressões culturais, com atenção para a diversidade étnica e racial.

A plataforma da Conferência disponibilizará, durante um período de 45 dias, um conjunto de 189 propostas de ações do Programa Comunica Diversidade para avaliação da sociedade civil. Estas 189 ações foram construídas com a participação das unidades do MinC e suas instituições vinculadas, por meio de um Grupo de Trabalho, e da sociedade civil, durante o Seminário e Oficina Nacional de Indicação de Políticas Públicas para Cultura e Comunicação, ocorrido em 2012.

Esta iniciativa permitirá que cada unidade da federação se posicione sobre suas 12 ações prioritárias sobre o tema da Comunicação e Cultura Digital. A plataforma virtual possibilitará a extração dos resultados por estado, de modo a subsidiar aos delegados para que sigam com a pauta para suas conferências estaduais ou distrital.

Mobilize seu estado para que a política de comunicação para cultura e cultura digital esteja alinhada ao Programa Comunica Diversidade do Ministério da Cultura.

Acesse o endereço eletrônico http://confelivrecomcult.culturadigital.br , cadastre-se e priorize suas propostas nacionais!

Informações adicionais em www.cultura.gov.br.

Participe!

 

                Secretaria de Políticas Culturais | Ministério da Cultura 

                55 61  2024 2276

               conflivr...@cultura.gov.br

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