"Em se tratando do seu texto sinto-me combalido por não alcançar tais respostas, mas também, não queria de imediato obtê-las. Queria na verdade sair um pouco dessa atmosfera opressiva, ou quase isso. Pois as relações que mantemos com os inúmeros processos tecnológicos são bastante desgastantes, coloca nossa condição humana em xeque. De outro lado tem os seus aspectos auxiliares para uma convivência mais suave e cômoda. Todavia, a comodidade imperativa que esperamos dos processos tecnológicos acaba por nos impor uma espécie de degeneração ao autoconhecimento, ao exercício da crítica. Acho que é um caminho tirar das tecnologias seu aspecto de totem, e contorna-la para o seu papel auxiliar e não de reprodutor de fetiche como ultimamente tem sido." jurandir
Vivemos tempos difusos, (des)construindo conceitos, estruturas, modelos de organização social, relações espaço-temporais. Estas rupturas são produzidas e mediadas pelas tecnologias digitais, a partir das quais experimentamos novos modos de produção e difusão de conhecimento, bem como experiências sociais. Se o desenvolvimento tecnológico é causa ou consequência de um fenômeno global, do qual somos emergentes, nos caberiam algumas indagações: De que maneira a apropriação tecnológica potencializa nossas ações, ou a afirmação de nossas singularidades culturais? Como podemos evidenciar o diálogo entre o uso das novas mídias e as práticas cotidianas? A diluição das fronteiras num espaço de imersão coletiva, produção colaborativa e convivência criativa, seria uma boa tática para a presentificação de nossos afetos virtuais e o encontro de nossas aspirações micropolíticas? A resposta é uma grande dúvida: Andamos em busca destes pretextos.
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