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[gtCD] Que padrão adotar no Rádio Digital Brasileiro?

PDF em anexo.

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Thiago Novaes <tnovaes@gmail.com>
Data: 15 de fevereiro de 2012 22:27
Assunto: Que padrão adotar no Rádio Digital Brasileiro?
Para: submidialogia <submidialogia@lists.riseup.net>, estudiolivre <estudiolivre@lists.riseup.net>, gtculturadigital <gtculturadigital@googlegroups.com>, fmlgte@googlegroups.com


Argumentos pela adoção do padrão DRM para o Rádio Digital no Brasil 

O Rádio Digital Mundial (Digital Radio Mondiale) opera  com  qualidade tanto nas bandas do AM 
(Ondas Médias e Ondas Curtas) quanto na faixa do FM, satisfazendo a exigência do MiniCom 
(Portaria 290).   

O Rádio Digital Mundial é extremamente flexível, possibilitando às emissoras adaptarem a robustez do sinal
de acordo com a área de cobertura desejada. Sua capacidade de operar na faixa de Ondas Curtas permite 
um alcance continental potencializando a integração regional (América Latina e Caribe)
e intercontinental (Sul Global). 

O Rádio Digital Mundial não representa apenas a atualização tecnológica do rádio, mas se configura 
como uma nova plataforma multimídia que pode ser incluída em diversos dispositivos eletrônicos como
telefones celulares, tablets e GPS, permitindo novos serviços comerciais a já conhecida radiodifusão.

Com o Rádio Digital Mundial, o Estado brasileiro potencializa sua comunicação e serviços, ampliando 
o alcance das emissoras públicas, comunitárias e educativas, algo que nenhum dos outros padrões permite.

O Rádio Digital Mundial é um padrão global reconhecido pela ITU (agência da ONU para tecnologias de informação
e comunicação), desenvolvido e gerido por um consórcio internacional aberto. Já o outro padrão considerado para 
adoção pelo Brasil, o HD Rádio, é propriedade de uma empresa estadunidense, a Ibiquity. Este sistema, além dos 
royalties envolvidos, contém segredos industriais como o codec de áudio, que é uma "caixa preta".

O padrão técnico Digital Radio Mondiale é aberto. Considerando que já existe desenvolvimento em software livre
para sua implementação, permite que universidades, centros de pesquisa e empresas possam facilmente inserir novas
funcionalidades ao sistema. 

Acreditamos, portanto, que o DRM apresenta-se como a melhor opção para o desenvolvimento do Sistema Brasileiro
de Rádio de Digital - SBRD. 

Para maiores informações 


--
Essa mensagem foi postada no grupo: http://groups.google.com/group/gtculturadigital?hl=pt?hl=pt-BR
 
Esse grupo está ligado ao Movimento Cultura Digital:
http://culturadigital.br/movimento

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