acredito que ao se focar no flaXflu de softwares propietáriosXlivres
pensa se em produto acabado e nao no projeto e nos processos complexos
que deram origem ao software como resultado, acontecimento.
por que o que é proprietário é o projeto, o design! e como toda
propriedade é um roubo sentimos isso como 'preço a se pagar' pela
mercadoria-software de edição de vídeo. Que na sua forma está
umbilicalmente ligada aos sistemas, meios, modos e pessoas que
produzem.
uai, o basicão da expropriação de sempre. ;P
mbraz
Em 23 de agosto de 2011 14:03, mbraz <marcbraz@gmail.com> escreveu:
> bom... já não faço essa diferenciação entre martelo, software e fogao,
> a não ser em graus de apropriação. O que muda na real é quanto tempo o
> design, o projeto (isto é, o 'software' do fogão e do martelo)
> demoraram a ser 'compartilhados', isto é... uma escala temporal de
> apropriação por variados corpos. Não separo em absoluto o projeto, a
> concepção compartilhada dos objetos técnicos. Aliás, nem separo
> sujeito e objeto... rsrs
>
> porem entendo o que voce coloca a partir de Simondon e de Certeau. Mas
> como separar o software_partitura dos gestos no instrumento musical?
> E o roteiro_percepção das imagens no vídeo?
>
> abzus
> mbraz
>
> ava ñe'ë mβռăʒ
> Ñandeva ekuéry
> ----------------------------------
> oacasoeocaos
> ---------------------------------------------------------
>
--
Essa mensagem foi postada no grupo: http://groups.google.com/group/gtculturadigital?hl=pt?hl=pt-BR
Esse grupo está ligado ao Movimento Cultura Digital:
http://culturadigital.br/movimento






0 comentários:
Postar um comentário