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[gtCD] PARTIICIPM RICA PROGRAMÇÃO DO FAM, NA SECRETARIA DE CULTURA DE ANÁPOLIS, NA SEXTA-FEIRA

SERVIÇO

Entrada franca

Assessoria de Comunicação do FAM: Jornalista Responsável: Edson NunoFone

(62) 9234-8265

Secretaria de Cultura de Anápolis

Fone: (62) 39021074 (com Edson Nuno)

Mais informações, acesse www.redefam.com.br

 

 Caros colaboradores,
 
Venham participar.
Abaixo, maiores detalhes.

 


 
Festival Internacional lança catálogo de arte e tecnologia em Anápolis


II FAM, Festival Internacional de Arte e Mídia, está de volta a Anápolis para celebrar mais uma vez uma parceria que foi sucesso absoluto na Cidade, em outubro do ano passado. A ocasião propiciou a 25 jovens a inserção no universo das poéticas cibernéticas vivenciadas pela oficina "Que cidade é esta", que culminou na videoinstalação homônima como parte de outras intervenções poéticas de Brasília e de outros estados do País trazidas pelo Ciclo de Exposição. Nesta segunda visita do Festival a Anápolis, a programação inclui o lançamento do catálogo do evento, um impresso em formato que primou pela qualidade técnica, com uso de imagens que expressam o que foram realmente os oito meses que durou o projeto gestado em Brasília/DF. A iniciativa conta com o patrocínio da Petrobras, através do prêmio Programa Petrobras Cultural e tem incentivo do Ministério da Cultura. O catálogo traz ainda um DVD que contêm vídeos de todas as ações promovidas pelo II FAM.A publicação, que será distribuída gratuitamente a bibliotecas e escolas públicas, pontos de cultura, escolas e faculdades de artes, programas de pós-graduação, entre outros, contém um rico registros iconográfico como textos, fotos e vídeos de todas as ações do II FAM, que ofereceram a diversas comunidades de outras cidades, como Pirenópolis e Brasília, uma imersão no universo da arte cibercultural, conceito ainda novo em relação a outras modalidades de artes convencionais. O FAM conquistou a participação direta de mais de 500 pessoas entre artistas, pesquisadores, ativistas culturais, gestores públicos, estudantes universitários, jovens inseridos em projetos culturais, alunos de escolas públicas e educadores.Com o portal instalado na Internet (www.redefam.com.br) e com as ações presenciais, o FAM atingiu em torno de 15 mil visitas de usuários da rede que tiveram a oportunidade de contemplar, pesquisar e aprender com as ações vivenciadas por mais de cinco mil pessoas nas cidades onde foram realizadas. Os espaços escolhidos foram diversificados, como parque, escolas, ruas, praças, cinema, shopping e estação ferroviária/terminal de ônibus. O evento ofereceu Ciclo de Webconferências de Arte e Mídia, Ciclo de Oficinas, Ciclo de Exposições, o Programa de Residências e Oficinas Artísticas e o FAM-Simpósio.Para a programação do lançamento do catálogo em Anápolis, estão previstas atividades de arte e tecnologia que algumas, inclusive, foram concebidas após a realização do evento, encerrado em 20 de março deste ano. Conta também com cerimonial envolvendo num só lugar a comunidade em geral, artistas, pesquisadores, professores, estudantes, ativistas culturais, coordenadores de pontos de cultura do poder executivo da cidade de Anápolis, representante do Ministério da Cultura dentre outros. As atividades previstas terão início às 14h, na própria sede da Secretaria de Cultura de Anápolis, com o pronunciamento das autoridades envolvidas e conferência de abertura, proferida pelo artista e pesquisador Edgar Franco, professor-doutor da UFG. À partir das 18h, será realizado o segundo momento do lançamento do catálogo, o "Happening Estação Anápolis", oportunidade ímpar para a comunidade em geral entender mais, participar e apreciar a essência do Festival. Na ocasião, estarão sendo exibidos processos criativos de artistas convidados, como a "Paisagem sonora Estação Anápolis", de André Gonçalves de Oliveira, poeta- sonoro, convidado pelo FAM, que compôs um trabalho inspirado especialmente nos sons repercutidos ao longo da história da antiga estação ferroviária de Anápolis, na Praça Americano do Brasil.Gonçalves, que pesquisa instalações sonoras para locais de aglomeração urbana e centros de cidades, em locais bastante poluídos, comenta que "instalações como estas proporcionam uma experiência que encaminha à reflexão sobre o que está acontecendo sonoramente com o local. Para a realização desta licença poética, o artista concebeu um levantamento de dados variados, culturais e socioeconômicos sobre o local, o que foi feito por meio de entrevistas informais com pessoas com experiências na cidade e pela visita via Google Earth. O público poderá conferir também a instalação performática "Umidade",, com a participação de Eufrasio Prates, Stephane Paula, Samir Andreoli e Lívia Bennet; a ciberintevenção urbana "SOM-ID", do laboratório Mídia_Lab/UnB; a performance "BioCybershamanism", com o Phostuman Tantra" e o Improviso Holofractal #16: Alquimia de transes cíbridos pós-humanos, com Eufrasio Prates e Edgar Franco. Confira a programação do dia 24/06:
 
14h -  ABERTURA : 14h10 - Pronunciamento da Secretaria de Cultura de Anápolis, anfitriã do evento de lançamento do catálogo, por Augusto Cesar de Almeida, Secretário de Cultura; 14h30 - Pronunciamento do Festival Internacional de Arte e Mídia;  14:50 - Pronunciamento do Programa de Pós-Graduação em Arte da Universidade de Brasília, com Maria Beatriz de Medeiros, coordenadora do programa;15h10 - Conferência de Abertura, com o Professor Doutor Edgar Moreira Franco, professor adjunto da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás18h - HAPPENIG ESTAÇÃO ANÁPOLIS:14h - Paisagem Sonora Estação Anápolis, de André Oliveira, Campo Grande/MS; 18h - Exibição dos Vídeos do II FAM;19h - Instalação Performática Umidade, Brasília/DF (classificada para maiores de 18 anos).20h30 - Som Interativo Digital (SOM-ID), Brasília/DF;20h50 - Performance com o Posthuman Tantra, Goiânia/GO21:50 - Improviso Holofractal #16: Alquimia de transes cíbridos pós-humanos, de Eufrasio Prates (Brasília/DF) e Edgar Franco (Goiânia/GO): 

 

 

 

Secretaria de Cultura de Anápolis e FAM celebram parceria com lançamento de catálogo de arte e tecnologia

 

No terceiro ano de gestão do atual governo municipal, a Secretaria de Cultura de Anápolis inova, mais uma vez, em seus projetos e programação cultural, promovendo o lançamento do catálogo multimídia de arte e tecnologia do "II FAM", Festival Internacional de Arte e Mídia, no próximo dia 24/06, a partir das 14h.

As políticas de incentivo das novas mídias são um empreendimento pensado e projetado pela Secretaria desde o início do governo Gomide, assumindo a tecnologia como parte fundamental de seus projetos, que também contemplam o desenvolvimento cultural e artístico da Cidade. O FAM, evento internacional, onde as ações presenciais foram realizadas na região Centro-Oeste do Brasil, tem como proposta fomentar a pesquisa, criação, produção e difusão da arte com as novas tecnologias e valorizar a produção de arte e tecnologia mundial, chamando a atenção para a produção realizada nesta região. Ele articula uma rede de parceiros envolvidos com a produção das artes com as novas mídias, com o patrocínio da Petrobras por meio do prêmio Programa Petrobras Cultural e o incentivo do Ministério da Cultura.

"Os artistas se apropriam destas mesmas tecnologias da informação e da comunicação para criar conceitos e processos artísticos e, fazendo isso, eles não só expandem o campo das artes, como também problematizam o uso destas tecnologias; porque fazem uso destes mesmos dispositivos para explorarem novas possibilidades de percepção do sensível, para além dos usos os quais estas tecnologias foram originalmente pensadas", comenta a coordenadora geral do II FAM, Gabrielle Corrêa.

No primeiro momento da parceria entre a Secretaria de Cultura de Anápolis e o FAM, foi desenvolvida a oficina de vídeo-instalação "Que Cidade é Esta?", ministrada pelo artista Edson Nuno, convidado do FAM. O trabalho atendeu um grupo de 25 jovens e contemplou o uso de exemplos em vídeos e sites especializados sobre o assunto, exemplificou o conceito a partir de obras produzidas ao longo da história do audiovisual e, especificamente, da vídeo-arte e vídeo instalação.

 "Que Cidade é essa" contemplou ainda a pesquisa realizada pelos próprios alunos, além de exposição de material acabado e inacabado já produzido pelos mesmos, como captação em mídias móveis, câmeras filmadoras e fotográficas etc.

Após as aulas teóricas, expositivas e dos debates provocados, a equipe saiu às ruas para a captação das imagens, momento quando foram realizadas intervenções nos espaços públicos, ruas e praças, além do estudo e captação dos sons ambiente.

A pesquisa realizada durante a oficina resultou na vídeo-instalação de mesmo nome, "Que Cidade é Esta?", uma "cabine-labirinto" com espelhos instalados em paredes de uma sala, com projeção das imagens registradas pelos alunos e o uso de câmeras e monitores que registravam e projetavam ao vivo os movimentos e comportamentos do público. Na ocasião, outros trabalhos artísticos de Brasília e de outros estados do Brasil foram instalados na antiga Estação Ferroviária de Anápolis, espaço que foi poeticamente transformado durante o Ciclo de Exposição de Arte e Mídia do II FAM.

A antiga Estação Ferroviária, localizada na Praça Americano do Brasil, novamente receberá a intervenção poética de artistas, performadores e músicos que incorporam as novas tecnologias em seus trabalhos artísticos. O acontecimento, denominado Happening na Estação Anápolis, faz parte da programação do lançamento do Catálogo Multimídia FAM, e terá início às 18 horas, com entrada franca, selando com sucesso esta parceria entre o FAM e a Secretaria Municipal de Cultura

Para maiores informações visite oficina de vídeo-instalação em www.redefam.com.br

 

 

Homenagem

Compositor expõe trabalho interativo na antiga estação ferroviária

www.4shared.com/audio/Vpw_d3CN/17_-_estao_anpolis.html

 

O compositor André Gonçalves de Oliveira, graduado em Música, mestre em Filosofia e doutorando em Arte e Tecnologia Pela Universidade de Brasília, a UnB, apresenta a sua "Paisagem Sonora Estação Anápolis", no lançamento do "II FAM", a partir das 14h às 22h do dia 24 próximo (06/2011- sexta-feira). As instalações de paisagens, como a que foi proposta para ocasião, proporcionam uma experiência que encaminha à reflexão sobre o que está acontecendo sonoramente com o local, no caso a antiga estação ferroviária, onde ocorrerá a intervenção. O trabalho começou com um levantamento de dados variados (culturais e socioeconômicos) sobre o local, o que foi feito por meio de entrevistas informais com pessoas com experiências na cidade e pela visita via Google Earth para a escolha do local da instalação. Durante essa etapa de levantamento de dados, também fiz um levantamento de arquivos sonoros possíveis para integrar a peça. "(...) Pensei na paisagem como retratando todo o desenvolvimento da cidade que ocorreu em torno da estação. Aquele prédio viu (e ouviu) quase cem anos de mundo mudando em volta dele. Pensei na paisagem como forma de dar voz àquelas paredes. O que elas ouviram passar por ali nesses 80 anos? Quantas despedidas e quantos encontros? Aquele pequeno prédio encrustado naquele canto de mundo já ouviu tudo isso que tocará nos auto-falantes da instalação; o que as instalações nunca poderem fazer foi contar o que tem ouvido. Em entrevista ao II FAM, o poeta-sonoro conta um pouco de seu trabalho:

FAM- Quem é você, atualmente?

 

André- Profissionalmente sou professor de música, mas pra isso penso que tenho quer ser músico, então sou compositor, mas como compositor,  fiz escolhas há mais de dez anos que direcionaram o meu trabalho.

 

FAM - Por que o tema poético foi inspirado na antiga estação ferroviárias?

Olha, eu estudo ecologia,  me preocupam as relações...nas conversas que tive com a Bagrielle Corrêa sobre a cidade, ouvi dizerem que a ferrovia desenvolveu um papel muito foi importante no início do século XX, pra ampliar as relações da Cidade. Eu já tinha ouvido a mesma história inúmeras vezes sobre as cidades do interior de SP (de onde minha família vem). Fiquei sensibilizado com a situação atual do prédio da ferrovia.

FAM - E de que forma a ecologia intervém ou de que forma a manutenção disso pode ser bom ecologicamente?

André- O prédio significou muito e hoje sua situação é bem diferente.  Então a ecologia é basicamente o estudo das relações.

FAM - Qual a relação das pessoas com seu passado?

André - Qual a relação com as realizações do passado? Com as mudanças ocorrem?  Essas são perguntas que direcionam o estudo de um tema atual, como é o caso de uma construção antiga em uma cidade que cresceu e mudou, para a pesquisa em ecologia. Ecologia não é apenas o estudo dos sapos e mosquitos, árvores e algas, falo de uma ecologia profunda, segundo essa perspectiva ecológica de autores como J. J. Gibson, ou G. Baetson.

FAM - Esse passado determina apenas o que já se passou ou impulsiona presente e futuro?

André - Olhar pro passado nos informa sobre como as coisas vêem caminhando, observar como se deram as mudanças, quais os marcos pra onde as coisas se direcionaram. São dados importantíssimos se queremos planejar alguma coisa sobre as relações com o mundo. Assim, nas paisagens eu tenho tentado trabalhar por essa orientação. Foi muito interessante o "caso" que a ferroviária de Anápolis me trouxe...

FAM - O que não deixa de ser presente e futuro também...(?)

André - Se isso não for o presente, parece que não há outro.... daí a idéia de juntar vários tempos na obra que fiz.

FAM - Podendo haver um outro futuro a depender da relação como vemos as coisas, por exemplo?

André -  Isso,  muito boa essa afirmação   porque o futuro será aquilo que estamos fazendo agora. Será, em última análise, o modo como lidamos com o que já fizemos.

FAM - Você consegue extrair diversos elementos sonoros da sua poesia... bem divisores de tempos...

André – Ah, claro. Neste trabalho, temos sons de carro de boi, trem a vapor junto com avião supersônico e também som de metrô. Não tem metrô em Anápolis! Trata-se de uma possibilidade futura,  dependendo de como as pessoas lidem com seu passado na medida em que vivem...

FAM - No seu trabalho, como a estética e didática expressam juntas esse conceito de Ecologia à quem interage com sua obra, com essa  Ecologia de universos instigantes e variados?

André - Não sei se quem escuta a obra se remete à ecologia. Acho que isso é uma coisa longe da experiência, o cara encontra-se com o mundo recolocado  e se isso o fizer pensar, ótimo. U ma música complexa que se complexifica ainda mais no lugar de instalação, mas é pra ser ouvida muitas vezes. Acredito que seja um grande gancho pra entender ecologia com uma outra perspectiva.

 FAM – Qual seria o gancho mesmo?

 André - O fato das pessoas ouvirem coisas do passado, presente e futuro. O fato delas associarem esses sons aos sons do seu dia-a-dia ou do dia-a-dia do passado. Acredito que  se as pessoas começarem a conversar mais sobre a experiência que tiveram, é difícil que não pensem na sua história.

(Entrevista a Edson Nuno)

 
 
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          (62)3902-1074

          Pontão de Cultura Tenda Jovem
          Secretaria Municipal de Cultura
          Prefeitura de Anápolis
          
         
www.tendajovem.org
    


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