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Re: [gtCD] Re: [CNPdC] 2° Relato Livre - reunião com a Ministra

Sim eu concordo com vc. Mas foi uma estrategia do movimento não ir como convidado tb, não estou falando que não foi positivo esta movimentação, deu resultados e esta irradiando outras redes, só que tínhamos tb a possibilidade de fazer aquele tramite moroso do pedido da audiência quem sabe um dia sermos chamados né, só que não protocolamos, como tenho perguntando para outra lista que estão falando que a Ministra não quer dialogar, ai vou pela formalidade, cade o numero do protocolo, quem protocolou e que data, na gestão passada era assim, tínhamos que negociar data, manda solicitação e logo tendo agenda eramos convidados para sentar e conversar, tudo bem que era  mais fácil e rápido este processo.

Eu concordo e estou na luta junto, estive em SP na ocupação pacifica da RR, mesmo estando na correria que esta sendo colocar o Bloco Eureca na rua, com 1500 criança e adolescente com o TEMA: Estado, se não protege, mata! Tb estamos fazendo um enfrentamento com o governo aqui em Campinas, nada é facil consegui tudo tem que ter muito dialogo, e paciência, aja paciência, mais amanha tb sairemos num ato pacifico na busca e reconhecimento do DCA. Mas retornando a meu argumento as vezes não queremos ser recebido, queremos fazer oposição e falar que não estamos sendo recebido e que não existi dialogo, isso é tática para ser ouvido não só pela Ministra, mais pelo conjunto do Governo e outro movimento para se sensibilizar com nós, então pode termos conseguindo como movimento autônomo, mais eu não deixarei de agradecer a ajuda de vários Parlamentares de vários Partidos, dos Setoriais de Cultura de Partidos, de varias pessoas que tem acesso a Ministra, te ter ajudado tb na mediação para existir este dialogo, tenho que falar isso para não sermos injusto, mesmo sendo um movimento a partidário, temos partidos sensível com a causa e ajudado nos bastidores. Eles nem querer ganha nenhum credito pessoal, so ajudaram porque somos ligados a mesma luta, democratização do acesso e aos bens culturais.

Ficarei na outra lista perguntando sem resposta cade o numero do protocolo para conseguirmos agilizar o dialogo, ja que tem que passar pelo ritual da agenda da Ministra, fazemos de forma profissional. Se realmente queremos ser escutados...

Abs

Robson

Em 24 de fevereiro de 2011 13:51, Daniel Marostegan <daniel@teia.org.br> escreveu:
Salve Robson.
Pra mim todos os dias são únicos, se não for assim a repetição não me permitiria continuar vivo. Concordo que temos que avançar com o diálogo junto ao MinC, que agora, pelo menos a mim, não contempla mais, nem no discurso.
O que aprendi na minha vida é que, quando chego numa casa cheia de gente primeiro eu digo Bom Dia! Peço licença pra entrar e procuro meu lugar. Acho que falta muito dessa sabedoria popular a quem entra no MinC hoje e encontra a casa como está, cheia de problemas, mas também cheia de energia, alegria e diversidade que antes não estavam lá.
Quando vejo essa casa cheia de gente que não conheço, fazendo coisas que não compreendo, mudando móveis de lugar, jogando uns fora. Quando tenho que meter o pé na porta pra entrar, a relação não é a do Bom Dia! Entende.
Cadê o diálogo?
Lembro que não fomos a Brasília como convidados.
até
Daniel

Em 24 de fevereiro de 2011 09:28, PONTOS SP - Robson Sampaio <reductio.ad.ethos@gmail.com> escreveu:

Valeu pelo relato Daniel!

Tenho algumas considerações para tece aqui, acho que é este o caminho real de amadurecimento que um movimento, que quer se movimento social, tem que enfrenta é a sustentabilidade da sua própria existência sem dependência do recurso do Estado para poder se movimentar, se o Estado não garante igualdade de condição para sentamos na mesa de negociação, não ficaremos sem sentar, vamos a luta para se sentar e participar do banquete.  Considero que seu relato nos colocar uma reflexão que somos atores politico intransferível, não podemos passar nossa representação por procuração para terceiros, perdendo nossa característica  de movimento autônomo e social, mesmo que tenhamos aliados "estratégico"  e "tático" , que possa contribuir para entendimento de demandas do movimento, mas nao podem substituir a representatividade do movimento, pq achamos que é o/a(s) preparado/a(s) e conhecedor(a)(s) profunda do programa e de seu problemas, pq não é verdade, quem são o/a(s) verdadeiro/a(s) conhecendo/a(s) é sujeito da ação, o movimento.

Mesmo que não tenhamos mais este aliado estratégico dentro do programa na estrutura da MinC, não quer dizer que não consigamos construir relações, através do dialogo transparente com o MinC, novas referencias para tocarmos nossas demandas. Estamos vivendo um momento impar, temos que pensarmos dentro dum contexto, que é necessário analisamos a conjuntura internacional, nacional e local(regional) para podemos darmos passo que avance na consolidação do Programa e do próprio movimento.

Neste momento que temos que fazer, é de não perdemos de foco o cronograma que o MinC nos passa para efetivação das dividas, e tb da busca da solução para não ser penalizado/a(s), mais que ja fomos desde o começo do Programa Cultura Viva, para quem não viveu as frustrações: das Bolsas do Agente Cultura Viva, do KitMultimidia que não chegava(ou não chegou) do primeiro edital, dos encontros regional mau organizado e dirigido, das demandas dos seminários e depois do Fóruns não encaminhado para  melhora a estrutura de atendimento, dos documentos perdidos na ex-SPPC  e depois da ex-SCC, da Ação Cultura Digital descontinuada varias vezes, Gesac, banda larga para os Pontos, Software Livre nos Pontos(muito pouco usam) e quase a maioria desconhecem o debate da RLDA e do CC, da dificuldade de organizar TEIA e Fórum por valorizar as marcas dos patrocinadores, e agora do pagamento que parecia certo e ficou incerto, da estranheza desta situação de não repasse para as redes estaduais e municipais do recurso do convenio com este entes federados e detrimento do pagamento dos prêmios e convênios, como foi colocado que estavam agilizando o repasse para os convênios com o estado, por questão da eleição, que tinham que fazer ate o dia 04 de julho de 2004, ou dos empenhos que realmente não garantiu nada,   etcs, etcs, etcs...

Mas uma coisa pelo menos boa, que percebemos no ato em SP, por parte do representante da  Representação Regional de SP(Tadeu), foi a vontade de construir uma agenda com a Comissão Paulista de Pontos de Cultura para ir dirimido todos não entendimento e indo através do dialogo buscando alternativa e para solucionar os nosso problemas, vejo pelo menos em SP ganhamos um aliado de outra vergadura distinta da representação passada  que era passiva e não acompanhava agenda e demandas do movimento, tomara que isso esteja acontecendo com os demais Estado, esta os possíveis aliados para trazer o MinC mais próximo e mais humano de nós, e tb são aliad@s para ajuda na conversa com os Estados, já que estamos vivendo uma nova situação da descentralização dos editais para SECs, que tb não estão alinhados com o Programa e com o movimento.

Enfim, estamos agora começado o ano de forma mais efetiva, não ainda da forma que gostaríamos, com as dividas todas pagas(não podemos perde este norte), mas começamos a conversa sem intermédio, para podermos  pelo  menos ate o final do ano estamos na praia deitados na areia seca embaixo de um coqueiro pegado um pouco de sombra e não tempestade que passamos no final do ano de 2010 e neste começo do primeiro bimestre.

Abs

Robson B Sampaio



Em 24 de fevereiro de 2011 07:40, Mª Stela Cabral <stelafeminista@gmail.com> escreveu:


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Daniel Marostegan <daniel@teia.org.br>
Data: 24 de fevereiro de 2011 00:52
Assunto: [gtCD] 2° Relato Livre - reunião com a Ministra
Para:


Faço aqui, depois de dormir, um segundo relato reflexivo pessoal e livre, um pouco mais longo e focado em pontos que considero importantes.

Pontos importantes para o debate:
1 - Sobre movimento/movimento: No nível interno do movimento de pontos de cultura, considero que a ação autônoma que desencadeou simultaneamente, no dia 22, a caravana até Brasília e a reunião na Regional São Paulo, mostrou um caminho fundamental de mobilização. Atos como esses consolidam musculatura ao movimento, que se mostra mais ativo e na prontidão da defesa dos direitos conquistados nos últimos anos.
Conseguimos nos ver uns aos outros, depois juntos percebemos o afogamento certo a que estávamos fadados. Debaixo d'água vimos a superfície e fomos até lá, colocamos o nariz pra fora e sinto que mesmo com dificuldade já conseguimos respirar. Nem sequer conseguimos olhar pra fora, para conseguir ir até a praia e ficar à vontade, como merecemos, teremos ainda que olhar pro horizonte comum, decidir o melhor rumo e nadar, nadar, nos esforçar, passar a arrebentação, conseguir por o pé no chão, se levantar e então dar os passos até a areia seca. Ainda estamos longe disso, mas pelo menos não nos encontramos mais paralizados.

2 - Sobre o MinC e a relação movimento/estado. Está claro que os ventos que sopram do MinC não se direcionam mais para os mesmos caminhos, a diferença é perceptível por todos os ângulos de observação, portanto, o que antes era normal não mais o é. No seu aspecto mais amplo considero possível que parte das diferenças sejam inclusives positivas. Não podemos fechar os olhos ao enormes erros cometidos no passado, principalmente no último ano. O que mais preocupa é a forte sensação de que não temos mais aliados que lutam por nossos interesses dentro do Ministério. O que se coloca então é algo muito óbvio, se nós mesmos não lutarmos por nossos interesses ninguém o fará.
Fiquei satisfeito com o clima de abertura e disposição ao diálogo com o qual fomos recebidos, mas não me esqueço que não estávamos lá como convidados, que não fomos consultados sobre a junção da SCC e da SID, que gostava muito do CC na barra do site do MinC, entre outras coisas.
Numa leitura positivista e de certo um tanto simplista fico com a impressão que os oito anos que se passaram foram quase que de fomento aos movimentos culturais, e em poucos dias em 2011 passamos dessa condição de fomentados para a realidade de enquanto movimento existente darmos conta, por nossas próprias pernas, de nos defender. Pois bem, quem já se sente maduro a hora é essa! Espero que sejam muitos.

3 - Pulgas atrás da orelha - a) Em mais de um momento da fala da Marta ela se referiu como algo negativo a "política de editais" praticada pela SCC, segundo ela existem outros meios de repasse de recursos entre estado e sociedade civil, algo que considera que foi bem experimentado pela SID. Me pergunto, do que está falando?
b) Na fala da Ana ela disse que a junção da SCC e da SID ocorreu porque as duas secretarias praticavam políticas parecidas de forma paralela e que enquanto uma dispunha de muitos recursos a outra não. Me pergunto, será? O fato das duas secretarias lidarem com a diversidade da cultura popular não significou, ao meu ver, políticas parecidas. Sobre a questão dos recursos me parece claro que quem vai sair perdendo é o Cultura Viva, que terá que dividir recursos com outras políticas culturais destinadas ao mesmo público. Preocupante...
c) O discurso técnico da Marta me trouxe um desconforto, fiquei pensando se seremos tratados, reconhecidos e respeitados como os agentes políticos autônomos que somos. Me pareceu que existe um q de superioridade no posicionamento dela, que de certa forma justificaria a não necessidade de nos ouvir. Sendo essa a figura á frente de um programa que tem na autonomia, no empoderamento e no protagonismo seu tripé fundamental, considero no mínimo preocupante...
d) Esse mesmo q de superioridade é a única explicação que consigo imaginar para a junção entre SCC e SID ser chamada apenas de técnica, a retirada do CC ser apenas um ajuste sob a justificativa de que esta é apenas uma das licenças disponíveis, assim como a não convocação pelo MinC de um debate amplo sobre as mudanças que pretendem rumar. Me parecem peças de um mesmo quebra cabeça, onde a gestão compartilhada não faz mais parte da prerrogativa. Pois bem, se é isso, essa é a luta central e contínua em que devemos nos focar.
e) Por fim a pior notícia e contra a qual devemos lutar imediatamente. Segundo Vitor Ortiz, todos os pagamentos referentes aos empenhos de 2010 serão realizados, mas não podem dizer o mesmo sobre os pagamentos dos anos anteriores. Acho isso inadmissível e motivo suficiente para, depois do dia 14 de março - data estipulada na reunião para um retorno mais preciso sobre os pagamentos - , caso nenhum sinal claro de solução referente a esses casos seja anunciado pelo MinC, organizemos uma caravana bem maior em direção a discutir a questão com a Presidente Dilma, eleita por nós para dar continuidade com melhorias e não calote na dívida.
um abraço e vamo que vamo
Daniel

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