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[gtCD] Re: [GT_economiaviva] Pontão DIVULGA: relato da reunião com a secretaria executiva do MinC

Leila, seria interessante contextualizar vários pontos de sua
mensagem. Eu mesmo não entendi quase nada.
Principalmente esta referência ao Ato em Brasília puxado pelo pessoal
de SP, que eu só vi alguém comentar lá no Facebook, mas não vi em
outras listas como as do Sul, a tuxáua e por aqui.

Outra coisa é dar nomes aos bois em suas críticas aos interesses
políticos e pessoais, se não fica tudo muito abstrato, não dá nem para
concordar ou discordar.

A maior parte das críticas que circulam nesta lista possuem endereço
certo, quando não endereço eletrônico também.

Sk

On Feb 5, 10:50 am, Leila Lopes <lopes...@gmail.com> wrote:
> Bom dia, Regi!
> Acho que p debate é muito produtivo mesmo, sem diálogo não chegamos a um
> denominador, pelo menos mais ou menos, ou comum, para avançarmos nos
> processos.
> Como muito bem disseste nunca vieste a uma reunião de fórum de pontos, o que
> não te impossibilita a ter opinião sobre o que colocas, porém existe uma
> grande diferença em se ter um senso crítico individual e se construir um
> senso pseudo crítico coletivo. Não sou contra o coletivo, sou contra o senso
> tendencioso.
> 1º Quando se deu o TEIA 2008, a realidade dos pontos era outra, porém já era
> muito nítido que se esbarraria mais cedo ou mais tarde na burocrática
> máquina do Governo. portanto, o Papel dos Fóruns dos pontos deveria ter
> tomado outro rumo, em minha opinião de controle social também, o que
> nítidamente não aconteceu, poir que se houvesse um real interesse coletivo
> de se mobilizar para resolver as problemáticas que vem se arrastando deste o
> 1º edital dos pontos de cultura, principalmente em se bater na mesma tecla,
> de qualificação dos pontos para as prestações de contas e principalmente no
> acompanhamento de muitos profissionais contratados pelo GOV. para repassar
> de forma nítida e técnica, o resultado hoje seria, Pontos de cultura
> qualificados para prestação de contas e/ou buscado outra proposta para que
> isto não acontecesse. Meu ponto, por exembplo é deste 1º edital e precisou
> de uma entidade guarda-chuva que modificou todas as rúbricas e mesmo nós
> chamando atenção que as coisas não aconteciam assim, chamando assitencia
> técnica para conversar com as coordenadores da ONG, fizeram a revelia.
> Então, são muitas as nuances e interesses, tanto do público, do governo e do
> privado, que permearam e levaram a situação hoje dos pontos e tb do MINC,
> que vem desde a transição, tentando segurar o programa Cultura vIva.
> Não defenderei aqui este ou aquele nome, que hoje estão no MINC, quero
> defender aqui a transparência quando se promove idas e vindas dos pontos
> para uma manifestação em Brasília. Isto já deveria ter ocorrido a muito
> tempo, mas agora apertou no bolso e também no jogo de interesses de grandes
> políticos. Se realmente fosse de interesse coletivo pela causa nobre, não
> teria se esperado tanto tempo, até estourar a corda, já teriam se
> organizado, repensado e qualificado a rede para o interesse de todas e
> todos. Por que só agora? por que não eram estes os nomes que esperavam para
> estar no posto na área do governo? vamos parar com hipocrisia, enquanto
> muitos pontos se beneficiaram com o empurra com a barriga e vamos abrir
> premiações e editais para pagarem suas dividas e muitos não o fizeram
> diga-se de passagem, estava bom, agora que se quer por a casa em ordem e
> repensar coletivamente onde podemos melhorar, dá nisto! SE formos mais fundo
> na história houve conivência de alguns pontos e peculato por parte de alguns
> .gov, Então, o diálogo é muito mais interessante nestes 150 dias, viram para
> Brasília fazer o que, arregimentar o PIG, já que não deu na carta, que o PIG
> faça o trabalho sujo e chafurde naquilo que temos que coletivamente
> solucionar.
> É parece que meu papo tá direitoso, mas não o acho, primeiro, porque quero
> alertar, que adianta conseguir ônibus virem aqui antes do dia 28 de
> fevereiro, se até lá a resposta será a mesma? prá mim quem está liderando
> esta manifestação  ou é muito baixo/a de QI e portanto de estratégia, ou
> está querendo se beneficiar pessoalmente e principalmente da situação, para
> desgastar  que já tá ralo e tentar reverter as nomeações que a nova gestão
> fez.
> Sobre as várias pesquisas de gênero Regi, aquilo foi um exemplo e acredito
> que quando se edita as falas, depende muito da ética do editor, não é não?
> Pois na SCC o único evento que teve sobre gênero foi um seminário que gastou
> tempo, dinheiro, desprendimento de quem o organizou e não foi para lugar
> nenhum. se existem outras pesquisas foram da SID e portanto digo e já dizia
> antes desta fusão, prá que ter 2 secretarias uma com o papel de acompanhar,
> fortalecer, qualificar, organizar as diversidade cultural e se os próprios
> pontos tb trabahm com a diversidade cultural e ambas não se comunicavam? e
> nós dos pontos enviando editais, tentando avançar nos diagnósticos e buscar
> fazer um trabalho de contra cultura, que é a quebra da cultura sexista,
> machista desta sociedade brasileira e isto também com LGBT, Matriz africana,
> enfim... Trabalha ro meu ponto com gênero, matriz africana, economia da
> cultura, LGBT, educomunicação, leitura, crianças e adolescentes, deficientes
> físicos, SAN e o infinito é opcional, mas a cultura não é tudo isto é mais
> um pouco? a cultura não é o todo que nos guia dia, a dia? o MINC tem que ser
> o principal ministério em minha opinião, pois é a través da cultura que se
> conhece seu povo e o povo deve fazer a cultura, a cultura de qualidade, sem
> incentivar os preconceitos, o machismo, o sexismo, o racismo, a intolerância
> religiosa, a translesbofobia e outros e parece que nesta hora de editais
> TODXS, esquecem disto.
>
> Reflitam e parem de escutar pessoas raivosas com o que queriam que
> acontecesse no ambito político do MINC, ou todxs vocês são acriticos e
> aceitam a currupção passiva?
> se queremos tanto preservar o PROGRAMA CULTURA VIVA, temos que ter um olhar
> crítico, nos abrir para escutar o que estão nos dizendo nas entrelinhas e
> buscarmos a qualificação não só para a gestão, mas para sermos de fato uma
> rede de controle social e assim conseguirmos forçar o governo a aplicar as
> políticas da cultura de forma ética, ampliada, revolucionária e que os
> pontos no lugar de ficar dependendo apenas destes editais, consigam todos
> serem os olhos da cultura do Brasil e agentes transformadores para uma
> sociedade inclusiva e digna de pensamento crítico.
>
> Leila L
>
> Em 5 de fevereiro de 2011 01:02, Andrea Saraiva
> <andreasaraiva...@gmail.com>escreveu:
>
> > Olá,
>
> > (Tõ falando pra lista do GT Economia colaborativa e encaminhando pra outras
> > listas, também)
>
> > O texto abaixo consegue dizer tudo o que senti quando li os relatos da
> > reunião com a secretaria executiva do MInC e a Secretária da SCC/SID.
>
> > Sugiro que vejam, também, o video e o discurso de posse do então Ministro
> > Gil e vejam o quão visionário ele é, pois, já vislumbrava, dentre outras
> > coisas, que cultura NÃO é mercado e que o papel do MinC é fazer gestão e não
> > produção. Ali já despontava os Pontos de Cultura...
>
> > Perfeito o texto!
>
> > Sugiro que vejam os links
> > ---------- Mensagem encaminhada ----------
> > De: regi <regini...@gmail.com>
> > Data: 4 de fevereiro de 2011 23:48
> > Assunto: Re: [GT_economiaviva] Pontão DIVULGA: relato da reunião com a
> > secretaria executiva do MinC
> > Para: gt_economiaviva@googlegroups.com
>
> > Algumas observações de quem nunca esteve numa reunião do Fórum de Cultura,
> > mas que acompanhou alguns pontos de perto e em Brasília.
>
> > Em primeiro lugar, gostaria de indicar para leitura o Discurso do ministro
> > Gilberto Gil na solenidade de transmissão do cargo<http://www.cultura.gov.br/site/2003/01/02/discurso-do-ministro-gilber...>que é uma inspiração para os pontos lembrarem que são frutos de uma luta
> > ancestral no Brasil, pelo direito à Cultura.
>
> > E esse video <http://vimeo.com/6814478>, feito na TEIA de 2008, em
> > Brasília.
>
> > Sobre a reunião:
>
> > * "Não vamos começar nada antes de arrumar a casa. "
> > Ok.
> > Paguem-se as parcelas atrasadas e os prêmios empenhados. Mas não esperem
> > encontrar os pontos de 2006 com o mesmo projeto com que começaram. Quais
> > orientações serão dadas e com qual acompanhamento? As rubricas vão ser as
> > mesmas e depois serão chamados de inadimplentes.
>
> > * "Só vamos falar com os adimplentes."
> > Não Sr.
>
> > Deviam falar com todos. Porque a inadimplência não tem um único culpado.
> > Não se pode cobrar com rigor, quando nunca se foi rigoroso com os próprios
> > procedimentos. O atraso das verbas, as rubricas que não se adaptam à
> > realidade, a falta de orientação básica... Tudo isso pesa muito para a
> > "inadimplência". Conheço muitos nessa situação e não são bandidos.
>
> > Inadimplência é quem não paga o que deve. Se as ações foram realizadas e o
> > problema é burocrático, acerta-se a burocracia até onde der. Não podemos
> > sobrepor a burocracia à vida das pessoas, como faz um banco, ou o mercado.
> > Sugiro que não se use esse termo. Ou vamos levar advogados conosco para
> > falar com o Ministério?
>
> > " O MINC está desacreditado no governo."
> > Não!
> > O MINC nunca tinha sido acreditado pelo Brasil. Se está desacreditado é
> > pelo corte de orçamnento que sofreu, pela figura que colocaram pra chefiar,
> > ou por erros que certamente ocorreram no passado. Não por causa dos pontos.
> > Não aceitem essa indignidade.
> > O MINC foi um dos únicos a se voltar ao seu público-alvo pra sociedade
> > civil, certamente os outros ministérios preferem passar grana pro CNPq, ou
> > pra empresas, ou fundações. Não dá problema e ninguém vê resultado.
> > Se eles querem dar um "choque de gestão", têm que ter um "choque de
> > realidade" antes.
>
> > * "Vocês querem qualificar? ou ampliar?"
> > O que é qualificar pra ela?
> > Se qualificar é aplicar esquemas de gestão? Certamente os pontos aceitariam
> > toda informação e apoio preciso e devem ter muitas demandas, mas ela tem que
> > chegar perto deles para saber.
> > E tem também que ampliar, que isso seja meta em 2012. Cada cidade tinha que
> > ter pelo menos 1 ponto de cultura, depois cada distrito. Acesso à cultura é
> > direito fundamental.
>
> > " Precisamos contemplar a totalidade do público como velhos e crianças."
> > Muito me estranha.
> > Acho que o maior acerto do Programa Cultura Viva foi seu público-alvo. A
> > diversidade é muito grande nos pontos. Os griôs, os Pontinhos de Cultura
> > abriram caminho pra uma metodologia que pode se ampliar. A matriz africana
> > nunca
>
> ...
>
> read more »

--
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Esse grupo está ligado ao Movimento Cultura Digital:
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