Não vi que tu tinha postado aqui, Andrea. Acabei comentando em outra tread.
Reiterando:
A Industria Cultural já mostra seus dentes. Igual hiena mediante a presa fácil a ser roubada do leão, eles riem o riso frouxo da ganância.
"A sensação por parte dos artistas é de abandono. Àqueles inseridos no mercado, ampliou-se a insegurança dos novos tempos, novas mídias, pirataria, cultura livre, com uma campanha (aqui veementemente combatida) de esvaziamento do sistema de financiamento, cheio de problemas e defeitos, mas existente e efetivo para um número significativo de produtores e artistas."
Novas mídias, pirataria e Cultura Livre geraram insegurança...?! sei sei... só se for em quem vive de copyright mesmo.
No que tange a "esvaziamento do sistema de financiamento", leia-se "perda de privilégios dos setores antes financiados a pão-de-ló pelo estado", perda da "mamata da Indústria Cultural".
Postura republicana em detrimento a postura democratizante? Bela separação hein?
"Uma arte livre, autônoma, incentivada mas não controlada pelo Estado, indispensável ao projeto de ascenção social (cultural?) dos novos consumidores que surgem quase que em projeção geométrica no Brasil."
Pelo que eu saiba, nos últimos anos, o que mais o Estado brasileiro fez foi olhar para a Cultura de forma a garantir autonomias. Alias, palavras como "Autonomia", "Protagonismo" e "empoderamento" foram regentes de programas como o Cultura Viva. Espero que continue assim."Ainda é cedo para dizer qual será a real capacidade de atuação do novo ministério. Sabemos que a estrutura é sucateada, há um sem-número de editais lançados (dentro da campanha #ficajuca) mas sem qualquer estrutura e orçamento; pontos de cultura por todo o Brasil sem receber há mais de um ano…"
Isso é verdade.
"São milhares de problemas administrativos. O choque de gestão é prioridade. A nova ministra aposta na criatividade de sua equipe para resolver esses problemas: sem reclamar, culpar o outro. A ordem é tocar o barco pra frente.
A nós do Cultura e Mercado foi prometido o diálogo, que já foi respeitoso e aberto na época de Weffort (apesar de muito crítico), franco e colaborativo na época de Gilberto Gil, mas tornou-se truculento e ameaçador na era Juca Ferreira."
Truculento e ameaçador? HAHAHAH Faça-me um favor: para de falar groselha.
arte manha?
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Andréa Saraiva
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