Vivemos tempos difusos, (des)construindo conceitos, estruturas, modelos de organização social, relações espaço-temporais. Estas rupturas são produzidas e mediadas pelas tecnologias digitais, a partir das quais experimentamos novos modos de produção e difusão de conhecimento, bem como experiências sociais. Se o desenvolvimento tecnológico é causa ou consequência de um fenômeno global, do qual somos emergentes, nos caberiam algumas indagações: De que maneira a apropriação tecnológica potencializa nossas ações, ou a afirmação de nossas singularidades culturais? Como podemos evidenciar o diálogo entre o uso das novas mídias e as práticas cotidianas? A diluição das fronteiras num espaço de imersão coletiva, produção colaborativa e convivência criativa, seria uma boa tática para a presentificação de nossos afetos virtuais e o encontro de nossas aspirações micropolíticas? A resposta é uma grande dúvida: Andamos em busca destes pretextos.
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