Foi mal Felipe e demais, muito mal.
Mas depois de 02 anos, parecia tão atual, mas o papo é o mesmo não mudou muito em?
Desculpa a furada.....
Paulo Sergio Medeiros Barbosa ( PC )
PÓS-GRADUANDO TECNOLOGIAS EAD
TUXAUA- MINC RS
Articulador Social RS REDE MOCAMBOS -
Base: Porto Alegre-RS(051) 3398-7917 /
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*quem semeia a paz, só vai colher o amor, vamos meu povo assinar a
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Em 18 de maio de 2011 18:35, Felipe Cabral <felipe@teia.org.br> escreveu:
Ahhhh, eu ia perguntar isso!pq tem umas coisas que a Kiki fala que não correspondem com o atual cenário, afinal a tal rede de formação foi feita! http://ead.telecentros.br.com/
Felipe Cabral
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Em 18 de maio de 2011 18:28, Andrea Saraiva <andreasaraiva.cb@gmail.com> escreveu:Só atentem que esse papo foi em maio de 2009.
Abraço,
AndréaEm 18 de maio de 2011 18:02, Felipe Cabral <felipe@teia.org.br> escreveu:
Nossa, que legal pc! Gostei! Valeu por compartilhar.To pensando uma série de questões referentes a Inclusão Digital e esse papo aí ajudou a refletir sobre alguns processos que precisam ser mudados.Abraço,Felipe Cabral
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Em 18 de maio de 2011 17:59, pc barbosa-Tuxaua <barbosa175@gmail.com> escreveu:Projeto nacional de apoio a telecentros em debate
15-Mai-2009
A coordenação nacional da rede Casa Brasil prepara comunicado de
estímulo à contribuições a Consulta Pública e recomenda participação
na Audiência Pública de terça-feira, dia 19 de maio. As perguntas
devem ser enviadas com antecedência para o e-mail
telecentros@planejamento.gov.br. Mais informações sobre as regras e os
endereços dos locais da audiência estão aqui.
Na quinta-feira, dia 14 de maio, houve um chat com Kiki Mori, do
Ministério do Planejamento, para os participantes esclarecerem dúvidas
ou fazer sugestões. Kiki começou o debate fazendo uma contextualização
e apresentando as idéias centrais do projeto que está em consulta
pública. Veja, abaixo, algumas perguntas e respostas:
Marcus Vinicius Brandão Soares: [...] todos os softwares usados nos
telecentros são livres, ok?
Kiki:os equipamentos distribuídos serão sempre com software livre,
tanto os equipamentos novos como os recondicionados.
Kiki:e a formação oferecida também será sempre baseada em software livre.
andreasaraiva:São vários aspectos que o projeto ira abranger: conexão,
bolsas, equipamentos e formação...
andreasaraiva:e está bastante claro os tres primeiros...no entanto
deixa bastante dúvidas sobre a "formação"...então
andreasaraiva:a pergunta é qual órgão, entidade fará a formação? E
como ela será? Gostaria que vc explicasse um pouco mais sobre isso:
Formação
Kiki:a formação está pensada como uma rede
Kiki:a conformação dessa rede está pensada para começar com a seleção
de 5 universidades ou instituições privadas sem fins lucrativos com
experiência em telecentros para ficar, cada uma, com a
responsabilidade de articular os telecentros de uma macro-região do
país (norte, nordeste, sul, sudeste e centro oeste)
Kiki:as responsáveis pelas 9 redes (5 regionais e 4 temáticas) terão
que, antes de tudo, dialogar com Kiki:as formações já oferecidas pelas
iniciativas aderentes
Kiki:e com as formações já oferecidas pelos órgãos do governo federal
Kiki:(ex.: gesac, casa brasil, cultura etc)
Kiki:o programa da formação deve incluir todas as intersecções
possíveis entre esses atores
Kiki:para dar conta do tamanho, diversidade e qualidade, aproveitando
experiências já bacanas em andamento
Kiki:então, a idéia é que os programas não percam suas atividades
próprias de formação, e sim que possam incorporar mais gente a elas
Kiki:a vinculação das 5 redes de articulação e das 4 temáticas é para
ajudar a organizar essas intersecções, e complementá-las no que for
necessário
Kiki:ok?
andreasaraiva:Vai ser aberta chamada pública pra formação, então? Como
será feita a escolha dos agentes?
Kiki:a minuta da chamada de propostas de rede de formação também faz
parte da consulta pública
Kiki:as propostas devem seguir o roteiro que está lá, apresentando sua
experiência prévia na região ou no tema escolhido
Kiki:e um plano (obviamente preliminar) do que pretendem oferecer como formação
Kiki:será analisada experiência prévia, qualidade da proposta, e sua
adequação ao orçamento proposto
Kiki:só para lembrar: essas informações estão lá na minuta de edital
de redes de formação; há também outros dois documentos em consulta: o
de diretrizes gerais do projeto nacional e a minuta de chamada de
propostas aderentes
Meiry:Minha pergunta: 400 reais para 40 hrs não é no mínimo absurdo?
Existe algo pensado para a manutenção dos equipamentos? E,por último
um comentário. Continuamos no fordismo, mais telecentro e pouco
aproveitamento nas formações que eles oferecem. Afinal, vemos todos os
dias telecentros fechando por falta de um plano de sustentabilidade
que agregue governo e sociedade ]Kiki:o bolsista, para este projeto,
não é o "carregador de piano" do telecentro. por isso há a proposta de
que o perfil seja de 16 a 24 anos, e a bolsa ter um caráter de
formação.
Kiki:existem realidades muito diferentes no país que o projeto
gostaria de contemplar
Kiki:no meio da amazônia, 400 reais é até alto demais, por isso
colocamos a opção do telecentro pedir uma a duas bolsas da metade do
valor
[...]
Meiry:e 400 reais é uma vergonha em qualquer região do país, desculpe-me
Kiki:a idéia é incorporar mais um, ou mais dois, se pedir a bolsa de
metade do valor
Meiry:de 200?
Kiki:desculpe-me, mas no meio da amazônia, em comunidades ribeirinhas,
isso é a remuneração mais alta da comunidade
Kiki:foi pensando na realidade deles que surgiu a demanda por divisão
da bolsa em dois
Ronaldo Davi:Meiry acredito que o telecentro nao ira sobreviver so da
verba do governo o mesmo deve criar meios de ter sua propria renda
Daniel Torquato:Com a implementação do Projeto Nacional de Apoio a
Telecentros como ficam os outros programas de ID do governo federal?
Passam a pertencer a um único núcleo? Qual seria a duração desse
projeto?
Kiki:repetindo o que já falei no início: o projeto PRECISA das
iniciativas em andamento para ser bem sucedido, ele não pretende
substituí-las
Kiki:o Projeto Nacional quer apenas organizar a oferta dos elementos
que oferece e dar um sentido de rede nacional aos telecentros
apoiados, mas os programas de ID do governo federal são parceiros no
sucesso dele.
Marcus Vinicius Brandão Soares:Minha pergunta é a seguinte: como está
sendo pensada a viabilidade econômica dos telecentros sem o auxílio
dos Governos ? Ou até que ponto o Governo entra nisso ?
Marcus Vinicius Brandão Soares:Pergunto isso, pois a nossa tradição é
a seguinte: se os Governos não fomentarem, determinadas propostas,
principalmente tratando-se de inclusão, não andam.
Kiki:a duração do projeto, em princípio, será aquela que esta gestão
consegue incorporar nos instrumentos orçamentários: dezembro de 2011.
Kiki:depois disso, dependerá da sua manutenção no plano plurianual
2012-2016, que será formulado em 2011
Kiki:mas nossa intenção é que o projeto nacional seja bem sucedido, e
bem pactuado com os parceiros das três esferas de governo e da
sociedade civil, para que tenha legitimidade para prosseguir após o
período sob qual temos governabilidade
max-ba:o Projeto prevê planos para o apoio as centenas de telecentros
em funcionamento mas que estão atualmente com serios problemas
financeiros?
Kiki:o projeto quer que esses telecentros em funcionamento possam se
integrar a redes que os fortaleçam
Kiki:quer estimular que os que estão com problemas em se manter façam
parte de redes que lhes dê apoio mais permanente no nível do
território e que possam receber apoio dos elementos que o projeto
nacional oferece
Kiki:a idéia é que não exista um telecentro isolado no mundo
Ronaldo Davi:a 1º os telecentros terão algum tipo de desconto em
impostos referentes a energia eletrica, internet e demais
Ronaldo Davi:ou seja isenção desses tributos
Kiki:o projeto não se propõem a entrar na esfera fiscal de regulação.
ele se atém à oferta dos quatro elementos que mencionei. um dos
elementos é a conectividade, mas isso não implica isenção de impostos,
e sim a instalação do serviço nos telecentros que tiverem sua demanda
aprovada. energia elétrica é responsabilidade da proponente e de seus
parceiros
andreasaraiva:Um dos grandes problemas enfrentados no governo hj é
como repassar verba pra pagamento de bolsistas. No caso desse projeto
quem será o repassador da verba pra pagamento dos telecentristas. É o
CNPq?
Kiki:andrea, o pagamento das bolsas está em princípio combinado para
ser via cnpq. estamos buscando com eles e com a experiência do casa
brasil formas de sanar problemas conhecidos, e evitar os previsíveis.
Marcos Marques:Dado que se trata de de um projeto de inclusão, não
deveria o kit mínimo considerar ferramentas assistivas para uso por
parte de pessoas com necessidades especiais e com baixo grau de
letramento? E quanto a formação, um aluno de nível fundamental pode
não dar conta do nível de formação que se pretende, não acha??
Kiki:o projeto pretende trabalhar com a questão da acessibilidade,
sim. na formação e no que for oferecido como software.
Kiki:em relação ao ensino fundamental, faz parte da concepção de que o
monitor bolsista seja um/a jovem da comunidade do entorno
Kiki:há locais em que não há oferta de ensino médio, portanto, houve a
opção por abarcar a realidade do país todo no perfil das bolsas
Marcos Marques:mas seria importante considerar que um kit mínimo desde já
Marquinho - Giga:está sendo discutido alguma forma de parceria com
centros de acesso pago? se nao, pôr que?
Kiki:centros de acesso pago, ou lanhouses, não fazem parte do escopo
do projeto, que é de apoio a telecentros. mas há discussões no governo
federal para apoio às lanhouses também, dentro de uma estratégia mais
ampla de inclusão digital (que também abarca escolas públicas, banda
larga e acesso doméstico)
andreasaraiva:Outra questão diz respeito à conexão. O MC seria o
responsável pela conexão, mas sabemos que o serviço já era ruim e
piorou com a entrada da embratel. Mesmo assim o projeto vai usar um
serviço notadamente ruim?
Meiry:não abre , nem manda email, pra ser mais exata.
Kiki:sobre conexão, estamos também conversando com o gesac para evitar
os problemas conhecidos e os previsíveis. o mais provável é que seja
feita uma nova licitação para pontos de conexão.
Marcus Vinicius Brandão Soares:Minha pergunta é a seguinte: como está
sendo pensada a viabilidade econômica dos telecentros sem o auxílio
dos Governos ? Ou até que ponto os Governos entram nisso ?
Kiki:marcus, a concepção deste governo é de que telecentros devem ser
encarados como política pública, uma parceria permanente entre os
entes públicos federados e a sociedade civil, em especial as
comunidades onde estão instalados os telecentros
Marcus Vinicius Brandão Soares:Pode explicar melhor ?
Kiki:a lógica do projeto proposto vai neste sentido, de que se
conforme uma política pública em rede, porque não é factível que a
maior parte da população, em especial a que nunca acessou a internet,
que é a maior parte, vá fazer isso tão cedo
Kiki:e os modelos de telecentros pagos, que tentam uma
"autosustentabilidade", tendem a virar lanhouses, e restringir mais
uma vez o acesso a quem pode pagar
Kiki:a idéia de telecentro ser política pública implica que o poder
público deve compartilhar responsabilidades pela implantação e
manutenção desses espaços, em parceria com as comunidades onde são
instalados
Meiry:muito bom ter a rede de projetos em ID. O casa brasil já avançou
muito nessa discussão. Uma experiência que pode ser muito aproveitada
na rede.
Meiry:participação popular por meio de conselho gestor
Meiry:mas é preciso ter um plano de sustentabilidade, um norte, para avançar
max-ba:governo da pc, moveis, rede, bolsa oresto: aluguel energia,
telefone, manutenção, reposição e por conta da organização que busca
no privado o sustento
Kiki:só para finalizar com o marcus, esta é uma discussão de fundo.
pense em políticas públicas conhecidas, como educação e saúde. ninguém
demanda que um posto de saúde público se auto-sustente, o mesmo vale
para telecentros. é o mesmo princípio que nos orienta.
Ronaldo Davi:Os Cefets e Universidades tem uma Rede de conexão muito
potente logicamente a regioes que 200k e bastante mas as das cidades
com conexão como capitais os telecentros precisam de conexão de alta
velocidade
Ronaldo Davi:os telecentro nao podem participar da rede de conexao dos cefets ?
Kiki:ronaldo, os telecentros podem conseguir conexões distintas da que
o projeto oferece. então, se em algum lugar os cefets oferecerem esta
conexão, ou uma universidade, ou o governo estadual, municipal, ou
qualquer outro parceiro, melhor. agora, o projeto nacional de apoio a
telecentros não tem, em princípio, como oferecer a conexão via cefets.
seria uma possibilidade a considerar, mas que demanda uma construção
talvez mais longa do que o nosso horizonte de execução atual
Kiki:então, no primeiro momento, a oferta de conexão é através do
gesac. se conseguirmos equalizar outra forma de oferecer conexão de
maneira centralizada, certamente não será descartada. mas não temos
hoje como lidar numa base caso-a-caso. por isso a importância dos
proponentes fazerem essas articulações na montagem de suas propostas.
Daniel Torquato:Concurso publico para agentes de inclusão digital?
andreasaraiva:Seria o ideal, concurso público, Daniel
andreasaraiva:Pois do contrário teremso apenas arremedos e
institucionalização do paliativo
Daniel Torquato:Se formos pensar em telecentros como postos de saude,
teremos então agentes publicos concursados para ID
andreasaraiva:Qual o montante (discriminado) da verba pra bolsas,
equipamentos e formação?
andreasaraiva:qual o valor total desse projeto pra 1 ano...
Kiki:está sendo negociado, porque a contenção orçamentária não vai
permitir que seja destinado um valor para o ano
Kiki:o mais provável é que liberem uma parte para começar, e aí
conforme o projeto consiga executar, pode ser liberado mais
FONTE DA INFORMAÇão;
http://www.casabrasil.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=415&Itemid=2
Paulo Sergio Medeiros Barbosa ( PC )
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Base: Porto Alegre-RS(051) 3398-7917 /
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